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O câncer de próstata é um tipo de câncer muito comum nos homens, ainda mais após os 50 anos de idade. Infelizmente, a doença é tão comum que causou a partida do ator James Michael Tyler, conhecido por ter interpretado Gunther na famosa série ‘Friends’. Ele morreu neste domingo (24), aos 59 anos.

O ator lutava contra um câncer de próstata e teve a morte confirmada pela família. De acordo com o site TMZ, ele faleceu em sua casa, localizada em Los Angeles. Fãs, amigos e familiares lamentam a morte de James Michael Tyler, o qual alertou sobre a importância do diagnóstico para evitar o pior da doença.

James Michael Tyler
James Michael Tyler – Imagem: Twitter

Isso porque o câncer cresce devagar e costuma não produzir sintomas logo na fase inicial. Sendo assim, é muito importante a presença dos exames para confirmar o status de saúde da próstata. Os exames devem ser feitos a partir dos 50 anos ou a partir dos 45 anos, quando já existe histórico na família.

Além disso, sintomas como dor ao urinar ou dificuldade para manter a ereção é um sinal para consultar um urologista. Até porque os sintomas só aparecem quando o câncer se encontra em uma fase mais avançada, para poder rastrear, exame de sangue PSA e o toque retal são essenciais.

Veja como identificar o câncer antes do estágio avançado

Por mais que o câncer de próstata não demonstre sintomas em estágio inicial, há alguns finais que indicam a doença e que podem aparecer em estágio avançado:  

  • Micção frequente;
  • Fluxo urinário fraco ou interrompido;
  • Vontade de urinar frequentemente à noite;
  • Sangue na urina ou no sêmen;
  • Disfunção erétil;
  • Dor no quadril, costas, coxas, ombros ou outros ossos se a doença se disseminou;
  • Fraqueza ou dormência nas pernas ou pés.

Ademais, é importante manter o médico informado sobre qualquer tipo de sintomas para que a causa seja diagnosticada antes de estar em um estágio muito avançado e já pode iniciar o tratamento. Segundo o Instituo Nacional de Câncer (INCA), o diagnóstico precoce é uma boa estratégia para encontrar um tumor numa fase inicial, podendo ser ser feita por meio de exames clínicos, laboratoriais, endoscópios ou radiológicos.

No Brasil, o câncer de próstata se tornou o segundo mais comum entre os homens, depois do câncer de pele não-melanoma. Além de que a taxa de incidência é maior nos países desenvolvidos em comparação aos países em desenvolvimento, sendo que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.

O aumento nas taxas de incidência no Brasil pode ser justificado – em parte – pela evolução dos métodos diagnósticos, pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e pelo aumento na expectativa de vida, alertou o INCA.

James Michael Tyler morre aos 59 anos de câncer de próstata

Em junho deste ano, James Michael Tyler revelou que havia sido diagnosticado com câncer de próstata e estava em estágio avançado. Infelizmente, a descoberta foi tardia e a doença já se espalhou para seus ossos, tanto que naquele período, o artista não conseguia mais andar. 

Tyler participou da reunião de elenco de ‘Friends’ e decidiu compartilhar o diagnóstico depois do lançamento do especial, pois segundo ele, não queria estragar o clima do momento. “Não queria que fosse algo do tipo ‘aliás, o Gunther tem câncer’”, comentou, por mais que o elenco e os produtores já sabiam do seu estado grave de saúde.

Para saber mais, acesse a reportagem completa no Olhar Digital.

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Na tarde deste domingo (24), o ator conhecido por ter vivo Gunther em ‘Friends’ morreu aos 59 anos. James Michael Tyler lutava contra um câncer de próstata e teve a sua morte confirmada pela família, segundo o TMZ. O site noticiou que ele morreu ‘tranquilamente’ em sua casa, localizada em Los Angeles.

“O mundo o conhecia como Gunther, da série de sucesso “Friends”, mas os entes queridos de Michael o conheciam como ator, músico, defensor da conscientização sobre o câncer e marido amoroso”, homenageou um comunicado divulgado por sua família.

O artista já havia contado que estava com a doença em estágio avançado e falou sobre isso durante participação no “Today Show”, na NBC: “É um câncer em estágio IV, o câncer em estágio avançado. Então, eventualmente, você sabe, ele provavelmente vai me pegar.”

O ator de 59 anos foi o grande responsável por interpretar o gerente do Central Perk que era admirador de Rachel na famosa série ‘Friends’. O personagem Gunther arrancou risadas durante gerações e fez com que diversos fãs se divertissem com suas cenas.

Tyler participou da reunião de elenco de ‘Friends’ e decidiu compartilhar o diagnóstico depois do lançamento do especial, pois segundo ele, não queria estragar o clima do momento. “Não queria que fosse algo do tipo ‘aliás, o Gunther tem câncer’”, comentou, por mais que o elenco e os produtores já sabiam do seu estado grave de saúde.

Na internet, seu nome está nos assuntos mais comentados no Twitter e diversas pessoas lamentam sua partida. Confira alguns tuítes em homenagem ao ator e sua eterna vivência como Gunther de ‘Friends’:

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O final de tarde deste domingo (24) não é nada agradável para quem é apaixonado por ‘Friends’. O ator James Michael Tyler, mundialmente conhecido por ter interpretado Gunther na famosa série norte-americana, morreu hoje, aos 59 anos. O ator lutava contra um câncer de próstata e teve a morte confirmada pela família. De acordo com o site TMZ, ele faleceu em sua casa, localizada em Los Angeles.

Através de um comunicado oficial, a família prestou homenagem a James Michael Tyler: “O mundo o conheceu como Gunther (o sétimo ‘amigo’), de Friends, mas os entes queridos de Michael o conheceram como ator, músico e marido amoroso. Michael amava música, torcia pelos Clemson Tiger, e frequentemente se via em aventuras divertidas e não planejadas. Se você o conhecia uma vez, você fazia um amigo para a vida”. 

O personagem de James fez muito sucesso nas telinhas e conquistou gerações – Imagem: Twitter

Em junho deste ano, James Michael Tyler revelou que havia sido diagnosticado com câncer de próstata e estava em estágio avançado. Infelizmente, a descoberta foi tardia e a doença já se espalhou para seus ossos, tanto que naquele período, o artista não conseguia mais andar. 

Tyler participou da reunião de elenco de ‘Friends’ e decidiu compartilhar o diagnóstico depois do lançamento do especial, pois segundo ele, não queria estragar o clima do momento. “Não queria que fosse algo do tipo ‘aliás, o Gunther tem câncer’”, comentou, por mais que o elenco e os produtores já sabiam do seu estado grave de saúde.

“Meu objetivo no último ano era comemorar meu aniversário de 59 anos. Eu fiz isso. Agora, minha meta é ajudar a salvar ao menos uma vida”, contou ator. Na internet, seu nome está nos assuntos mais comentados no Twitter e diversas pessoas lamentam sua partida.

Com responsabilidade, James Michael Tyler também alertou os espectadores – antes de partir – para que deem mais atenção aos exames de próstata quando fizerem um check up, pois ele disse que “poderia ter descoberto antes”.

Vale lembrar que além de ‘Friends’, ele fez participações em séries como: ‘Scrubs’, ‘Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira’ e ‘Episodes’. Além disso, estrelou os curtas ‘Processing’ e ‘The Gesture and The Word’.

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Sobrepeso, sedentarismo, consumo exagerado de álcool e de cigarro, maternidade depois dos 30 anos, ter mais de 40… Essas são algumas das condições mais comuns entre as pessoas diagnosticadas com câncer de mama, o segundo com maior número de incidências no Brasil (atrás apenas do câncer de pele). 

Mas, isso quer dizer que quando a mulher não se enquadra em nenhum desses perfis, não é preciso se preocupar? Não é bem assim.

Ao conhecer a história da Relações Públicas e influencer Leticia Prates, de 33 anos, você abrirá sua mente e entenderá que, embora existam os chamados grupos de risco para a doença, ninguém está totalmente isento de contraí-la. 

Letícia Prates aos 25 anos, quando foi diagnosticada com câncer de mama (esquerda). Hoje, aos 33, totalmente livre da doença. Imagem: Arquivo pessoal

“Fui diagnosticada aos 25 anos e estou aqui pra dizer que uma em cada 10 mulheres tem ou vai ter câncer de mama”, declarou Letícia em entrevista ao Olhar Digital. “É muita gente, e a doença está cada vez mais comum entre jovens”. 

Segundo Letícia, exatamente pela pouca idade com que percebeu uma “bolinha” em seu seio esquerdo, a primeira médica com quem se consultou, sua ginecologista desde a adolescência, não considerou a possibilidade de um tumor. “Pare de ser hipocondríaca”, teria dito, em tom de brincadeira, para acalmar a paciente, que insistia em remover o caroço. 

“Depois de muita insistência de minha parte, ela concordou em fazer uma cirurgia para remover essa bolinha, que crescia em larga escala. Durante a cirurgia, o patologista já notou que se tratava de um câncer e pediu exames específicos. Em 15 dias, tive o resultado desses exames, que comprovaram que eu tinha um carcinoma invasivo grau 2”, relata a jovem.

Ela conta que estava tão ansiosa para retirar logo aquilo de seu corpo, que nem teve tempo de sentir o impacto estético da cirurgia. “Eu estava tão nervosa pra tirar logo o câncer de mim, que achei um alívio”, recorda-se. “Logo, já fiz a reconstrução”. 

“Claro que não é o sonho de ninguém perder um pedaço de si, qualquer que seja, na juventude. Principalmente, a mama para uma mulher”, diz Letícia. “Mas é super possível e importante manter o amor próprio e a autoestima, independentemente do seu corpo físico”, acredita. “Afinal, ser ‘gostosa’ é um estado de espírito e não um formato de corpo”. 

Ideia de criar websérie surgiu da falta de referências jovens que tinha na época em que descobriu o câncer

Letícia conta sua história em uma websérie de sete episódios em seu perfil no Instagram: “As 7 etapas do Câncer”, que também está disponível no YouTube. 

Por causa desse trabalho, ela foi convidada pela Câmara Municipal de São Paulo para ser protagonista de uma outra série, chamada “A Caminho da Remissão”, material que faz parte da campanha Outubro Rosa da casa legislativa.

“A websérie ‘As 7 etapas do câncer’ foi a maneira que encontrei de compartilhar minha história e reunir jovens com câncer para formar uma rede de apoio. Lá em 2014, eu busquei outros jovens com a doença e não localizei. Pretendo ser a ‘amiga veterana de guerra’ que desejei ter quando tive o diagnóstico e durante o tratamento”, explica Letícia, que hoje tem cerca de 1,4 mil seguidores. 

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“Pela iniciativa da websérie e pela forma diferente com que falo sobre o tema, recebi esse convite da Câmara, para fazer uma série adaptada em três episódios”. Segundo Letícia, a série, que está disponível no canal da Câmara no YouTube, está programada para ser transmitida nos três últimos domingos deste mês. O primeiro episódio já está no ar, além do teaser abaixo.

Nas duas webséries, Letícia conta sua história, desde o diagnóstico até hoje, além de fornecer informações importantes sobre o câncer de mama, para conscientização da população. 

“Graças aos avanços da ciência e ao SUS”, Letícia está zerada

Depois de passar por diversos ciclos de quimioterapia, radioterapia, metástase nos ossos e linfonodos, atualmente Letícia está totalmente “zerada”, em suas palavras. “Sigo zerada graças aos avanços da ciência e ao SUS (Sistema Único de Saúde)”, revela a jovem.

Em tratamento quimioterápico contra o câncer, Letícia perdeu os cabelos. Imagem: Arquivo pessoal

“Hoje em dia, 95% dos casos de mama são curáveis quando detectados no começo. Sendo assim, hoje você tem 95% de chance de sobreviver ao câncer de mama com os novos tratamentos”, afirma Letícia, ressaltando que o câncer é uma doença crônica, como diabetes, hipertensão ou asma, logo, não tem cura. “Porém, é possível deixar a doença inativa por muitos anos e seguir uma vida completamente saudável. Eu sou muito mais saudável depois do câncer, cuido melhor da minha alimentação e faço exercícios físicos regularmente, por exemplo”. 

Letícia alerta sobre a importância do autoexame das mamas. “O autoexame é importantíssimo. Por meio dele, a pessoa passa a se conhecer melhor seu próprio corpo, o que permite perceber qualquer alteração o quanto antes. Mas, ele não substitui a mamografia e/ou o ultrassom, que devem ser realizados anualmente, e, diria eu, não espere os 40 para fazer”.

Mesmo nos momentos mais difíceis de sua luta contra a doença, Letícia procurou manter o bom humor e a tranquilidade, principalmente por causa do pai, Jaime, que já havia enfrentado – com sucesso! – um câncer (no intestino, com metástase dez anos depois), e da mãe, Luciana, que alguns anos depois também recebeu o mesmo diagnóstico dele.

Mesmo com esse histórico familiar, Letícia conta que, no seu caso, o câncer de mama não foi hereditário. Ela soube disso fazendo uma investigação genética.

Cheia de sonhos a realizar e objetivos a alcançar na vida, Letícia é um exemplo de superação e autocuidado: “Costumo dizer que ninguém escolhe onde vai nascer, que cara vai ter, altura, cor dos olhos,  nem as cicatrizes que vai ganhar ao longo da vida. Ou seja, nossa aparência não é escolhida por nós. A gente escolhe ser bacana ou babaca. Tem gente que escolhe ser babaca e julgar pessoas por coisas que elas nem escolheram. Eu prefiro a essência da vida, as escolhas que cada um faz, quando uma situação se apresenta. Você pode escolher chorar, desistir, sorrir, cantar, dançar. Enfim, somos seres únicos. Eu acho isso lindo! Até mesmo gêmeos idênticos têm diferenças. Só existe uma Letícia Prates no mundo, essa sou eu, meu corpo e essa é minha história, da qual tenho orgulho”. 

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Uma nova pesquisa revelou as diferenças no mecanismo por trás da resistência do câncer à principal classe de drogas anticâncer que são conhecidas como análogos de nucleosídeos. As moléculas possuem as informações genômicas que podem ser quimicamente modificadas para fazer com que inibam a formação de DNA em células cancerosas, fazendo com que as células morram. 

Por outro lado, a presença da enzima SAMHD1 auxilia na resistência do câncer a esse tratamento. Os pesquisadores da Escola de Biociências da Universidade de Kent e Instituto de Virologia Médica da Goethe-University conseguiram novos avanços no combate das as células imunes ao tratamento de câncer.

A pesquisa mostrou diferenças nos mecanismos de resistência entre as células de leucemia que não respondem imediatamente ao tratamento e aquelas que desenvolveram resistência ao longo do tempo.

Em células que não respondem imediatamente ao tratamento, a resistência foi encontrada em altos níveis de SAMHD1. Enquanto, por outro lado, a equipe descobriu que as células que desenvolveram resistência incluem a enzima DCK, que está envolvida na ativação de análogos de nucleosídeos e isso pode ajudar a informar outros tratamentos para o câncer no futuro.

“As diferenças entre os mecanismos de resistência são um grande passo para entender por que determinadas terapias não têm sucesso em destruir as células cancerosas e nos ajudarão a desenvolver melhores terapias contra o câncer”, concluiu o professor Martin Michaelis, da Universidade de Kent.

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Fonte: Medical Xpress

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Um coquetel de medicamentos oferecido por cientistas do Instituto de Pesquisa do Câncer de Londres (ICR) pode ter sido capaz de erradicar tumores que foram classificados como intratáveis. Alguns pacientes, inclusive, já vinham recebendo tratamentos paliativos, com cânceres terminais na cabeça e pescoço.

O tratamento consiste em um coquetel de dois medicamentos, onivolumabe e o ipilimumabe. O primeiro é indicado para tratamento de câncer de pulmão e, o segundo, para alguns tipos de câncer de pele. A combinação pareceu diminuir tumores em pacientes com câncer em estágio avançado.

Resultados animadores

Alguns dos pacientes saíram praticamente livres do câncer e os participantes sobreviveram, em média, três meses a mais do que os que receberam tratamentos quimioterápicos tradicionais. Isso pode significar uma opção a mais para pessoas desenganadas ou que não teriam muitas opções viáveis.

Um dos pacientes, identificado como Barry Ambrose, disse que não exitou em participar dos testes. Segundo ele, seu diagnóstico era de um câncer incurável na garganta, que havia se espalhado para os pulmões. Para ele, os testes com o coquetel eram uma espécie de tábua de salvação.

O tratamento foi eficaz em limpar a garganta de Ambrose depois de um período de oito semanas. Em seguida, ele foi submetido a quimioterapia e uma cirurgia para eliminação do câncer nos pulmões. Hoje, ele diz viver uma vida normal, em que pode velejar e andar de bicicleta.

Cautela necessária

comprimidos
Cientistas que analisaram os resultados das pesquisas pediram cautela. Crédito: Shutterstock

Apesar dos resultados muito animadores, o destino com o coquetel de drogas como um tratamento clínico usado amplamente em pacientes de câncer ainda é bastante incerto. Os resultados da fase três não tiveram resultados estatisticamente relevantes em todos os pacientes.

Essa é a medida usada pelos cientistas para determinar se um tratamento teve ou não algum efeito prático ou se as recuperações aconteceram por acaso. O não cumprimento dessa etapa de referência não pode dar aos cientistas a certeza de que foi o coquetel de drogas que eliminou os tumores.

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Apesar da falta de significância estatística, esses resultados são clinicamente significativos”, disse ao The Guardian o professor de terapias biológicas do ICR, Kevin Harrington. Porém, ainda será necessário um acompanhamento mais longo para averiguar como será a sobrevida dos pacientes.

Via: Futurism

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Um grupo de pesquisadores desenvolveu um novo spray fluorescente capaz de iluminar o tecido canceroso. Isso pode ajudar bastante os médicos que precisam realizar cirurgias de remoção de tumores, algo que pode ser bastante complicado em algumas ocasiões.

O prognóstico de pacientes de câncer que passam por cirurgias, em geral, é melhor se o cirurgião remover todo o conteúdo do tumor. Porém, em muitas ocasiões, é bem difícil dizer onde termina um tumor e onde começa o tecido saudável.

Hoje, os médicos tendem a usar a visão e o toque para identificar qual tecido é canceroso e qual não é, porém, essa abordagem acaba deixando passar alguns tumores menores ou células doentes que estejam nas margens entre um tumor e um tecido saudável.

Métodos muito invasivos

A cirurgia guiada por fluorescência pode deixar essa diferença mais clara para os cirurgiões. O método tem como base sondas fluorescentes que têm como alvo o tecido canceroso. Ao ter contato com as células tumorais, o spray produz luminescência, o que aumenta a sua visibilidade.

Hoje, já existem métodos que usam compostos fluorescentes na remoção de cânceres, mas não em spray. Por isso, esses compostos precisam ser administrados com alguma antecedência, o que exige um período de internação hospitalar mais longo, além de não revelarem tumores menores.

Outro ponto negativo é a necessidade de injeção de grandes doses desses compostos, o que exige uma lavagem para retirar o excesso de corante aplicado. Para otimizar esse processo, o professor Ching-Hsuan Tung e sua equipe pensaram em desenvolver um spray fluorescente.

Melhor um spray

Tumores iluminados por spray fluorescente
Spray foi capaz de iluminar tumores de até 1mm em apenas uma hora. Crédito: Ching-Hsuan Tung/ACS Sensors

Em um primeiro momento, a equipe de Tung usou um composto já existente. O produto permanece quase invisível em contato com o pH neutro de tecidos saudáveis. Porém, ao entrar em contato com o pH ácido dos tumores, apresenta uma fluorescência bastante intensa.

Este composto só funcionou da maneira esperada quando foi injetado, ao ser aplicado como spray, o produto não produziu os sinais desejados. Com isso, a equipe fez algumas alterações pontuais na composição química do produto, o que possibilitou a transformação em spray fluorescente.

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Após ser aplicado no local, o produto apresentou a fluorescência esperada e delineou as bordas dos tumores de camundongos em alguns minutos, sem a necessidade de lavagem posterior. Ao ser aplicado no abdômen, foi possível delimitar tumores de ovário com até 1mm de diâmetro.

Via: Medical Xpress

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No ano de 2020, cerca de 10 milhões de pessoas perderam a vida por conta do câncer. A doença devastadora é sustentada por mudanças no DNA, que nada mais é do que um manual de instruções para todas as nossas células.Inclusive, já se passaram 20 anos desde que os cientistas revelaram pela primeira vez a sequência do genoma humano. 

A importante conquista seguiu por importantes avanços tecnológicos que permitem interpretar as camadas de informação do DNA em detalhes, ou seja, desde as primeiras mudanças que ocorrem quando uma célula se torna cancerosa até os complexos microambientes de tumores bem mais avançados.

Para acelerar as descobertas para pacientes com câncer é necessário novas maneiras de reunir os diferentes tipos de dados e fornecer novas ideias biológicas sobre a evolução do câncer.

Uma equipe foi convidada a revisar os insights sobre câncer para que se possa obter atualmente dados de análise do DNA em toda a sua complexidade e com isso, definir os desafios futuros para produzir a próxima etapa de mudanças para os pacientes.

Ilustração 3D de uma molécula de DNA
Ilustração 3D de uma estrutura de código genético. Imagem: ktsdesign/Shutterstock

Muitas pessoas acreditam que o nosso DNA (genoma) seja simplesmente como uma série de letras. Só que na realidade, muitas camadas de informação (epigenoma) mudam completamente sua atividade. Já que o genoma pode ser comparado aos diferentes ambientes geográficos de nosso planeta, que formam a base de características estruturais. Enquanto isso, os ambientes geográficos são criados pelo epigenoma, que incluem marcadores químicos que se ligam ao DNA.

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Vale lembrar que o nosso genoma e epigenoma evoluem durante o ciclo de vida do câncer, sendo necessário entender essas mudanças complexas para melhorar a avaliação do risco de câncer e acelerar as descobertas terapêuticas para os pacientes.

Antes disso, se pensava que as mudanças genéticas eram suficientes para causar um câncer, porém, está se tornando claro que as mudanças no genoma e no epigenoma desempenham um papel significativo na evolução do câncer. 

Isso porque as células cancerosas residem em um ecossistema tumoral junto com outros diversos tipos de células, incluindo as do sistema imunológico. Hoje, as imagens avançadas e tecnologias estão ajudando a mapear essas células no contexto tridimensional de um tumor e em resolução sem precedentes.

Para cânceres avançados, análises integradas de DNA podem ajudar a identificar mecanismos que as células cancerosas usam para metastatizar, ou seja, que podem ser alvos promissores para o desenvolvimento de terapia.

Fonte: Medical Xpress

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O ator Willie Garson morreu nesta terça-feira (21), aos 57 anos. Mais conhecido pelo papel de Stanford Blatch na série ‘Sex and the City’, o ator lutava contra um câncer, mas a família não informou se a doença foi a causa do falecimento de Garson.

Nathe Garson, filho de Willie, publicou uma homenagem ao pai em sua conta no Instagram. “Eu te amo tanto, papai. Descanse em paz. Sou feliz por você ter compartilhado todas as suas aventuras comigo e que tenhamos conseguido conquistar tanto. Tenho tanto orgulho de você”, escreveu o jovem.

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“Eu sempre vou te amar, mas acho que é a hora de você ir em uma aventura própria. Você sempre estará comigo. Eu te amo mais do que você sabe e estou feliz por você estar em paz agora. Você sempre foi a pessoa mais forte, engraçada e inteligente que conheço. Sou feliz por você ter compartilhado seu amor comigo. Nunca vou esquecer ou perder isso”, completou Nathen.

Willie Garson começou sua carreira na atuação em 1986, ano em que fez participações em séries como ‘Caras & Caretas’, ‘Cheers’ e ‘You Again?’, além do filme ‘The Deliberate Stranger’. Mas, o trabalho de maior destaque do ator foi mesmo em ‘Sex and the City’, série do canal HBO em que apareceu em 27 episódios ao longo das seis temporadas.

Willie Garson
Willie Garson batalhava contra um câncer. Imagem: Fox/Reprodução

O personagem Stanford Blatch era o melhor amigo de Carrie Bradshaw, interpretada por Sarah Jessica Parker, um socialite gay que ganhou o público fã da produção da HBO. Mesmo não estando em todos os episódios, as cenas com Garson eram tidas como memoráveis. O ator também integrou o elenco dos dois filmes lançados após a série.

O filme mais recente com Willie Garson no elenco foi ‘Campo de Magia’, da Disney, lançado em 2020, onde fez uma aparição como gerente do cassino. Ele também voltou ao papel de Stanford em ‘And Just Like That…’, revival de 10 episódios de ‘Sex and the City’. A série de 10 episódios do HBO Max será lançada ainda este ano

Via: TMZ

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Na segunda-feira (13), por conta do Dia Mundial da Sepse, os hospitais estaduais alertam para a conscientização sobre os cuidados e identificação precoce da doença, que mata 240 mil pessoas no Brasil a cada ano. Com a pandemia da Covid-19, o panorama se tornou ainda mais grave.

A incidência pode ocorrer em pessoas não hospitalizadas e com bom estado geral de saúde. Qualquer indivíduo, independentemente da idade, pode desenvolver a doença, ainda mais aqueles internados, com predisposição genética e sistema imunológico debilitado, bebês prematuros, crianças com menos de um ano e idosos acima de 65 anos, além de pessoas com doenças crônicas, como insuficiência cardíaca, renal e diabetes, e, ainda, os usuários de álcool e outras drogas.

A sepse é uma resposta inadequada do organismo contra uma infecção bacteriana, fúngica, viral, parasitária ou por protozoários. Sendo que se não descoberta e tratada rapidamente, leva ao mau funcionamento de órgãos, com alto risco de morte.

O Brasil tem uma das maiores taxas de letalidade por sepse no mundo e mata 240 mil pessoas por ano, de acordo com o Instituto Latino Americano da Sepse (ILAS). Entre as causas mais comuns estão:

  • Pneumonias;
  • Meningites;
  • Infecções urinárias e intestinais;
  • Lesões na pele e aberturas para introdução de cateteres e sondas.

Por exemplo, na Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará (FSCMP), o trabalho para combater a sepse é realizado pela Assessoria de Gestão da Qualidade e Segurança. Segundo a diretora assistencial da instituição, a médica Norma Fonseca, o reconhecimento rápido do quadro é determinante para o tratamento.

“Qualquer profissional pode identificar e suspeitar de um paciente com infecção, porque na sepse o que importa é o tempo, quanto menos eu gasto para começar a combatê-la, mais aumenta a possibilidade desse paciente se recuperar e receber alta”, pontua Norma.

A equipe assistencial que está mais próxima do paciente geralmente identifica os sintomas por meio dos sinais vitais. Em seguida são realizados exames e prescritos antibióticos que devem ser administrados em até uma hora após a suspeita.

De acordo com Norma, em alguns casos de sepse é necessário hidratar a pessoa e entrar com oxigênio: “Fechei o diagnóstico que não era sepse, eu suspendo o antibiótico, sem causar nenhum problema para o paciente. É melhor pecar pelo excesso do que pela falta. Se não fizer,  posso colocar em risco a vida dele.”

Entre os cuidados estão:

  • Lavar as mãos e punhos com sabão ou álcool ao chegar da rua ou visitar pessoas doentes ou hospitais;
  • Manter a caderneta de vacinação em dia;
  • E não se medicar por conta própria, principalmente com antibióticos, uma vez que, com o tempo, as bactérias do organismo podem adquirir resistência e não haver melhora do quadro em casos de necessidade.

Já no Hospital Ophir Loyola, a chefe da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar, Ilce Menezes, explica que para pacientes com câncer esses cuidados são ainda mais rigorosos: “Manter sempre a pele e mucosas integras com cuidados básicos de hidratação e higiene, ter cuidado com a alimentação para evitar ingestão de alimentos contaminados, manter as vacinas em dia, evitar contato com pessoas doentes, evitar aglomerações.”

Fonte: Agência Pará de Notícias

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