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A Google testa uma mudança no aplicativo Play Store, dos celulares Android. Onde era a parte ‘Meus Apps’, a big tech trocou por uma ‘Visão Geral’, com mais informações. A mudança acontece depois que a Google dispensou um redesign no menu da Play Store.

De acordo com o site 9to5 Google, a alteração foi observada por um usuário do Reddit. “O redesenho da página ‘Meus Apps’ na Play Store está ativa. Isso apareceu primeiro no meu Pixel 5 há algumas semanas”, escreveu o usuário KnownStruggle1.

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Captura de tela da Play Store. Imagem: Reddit

Junto, ele anexou uma captura de tela da modificação. A imagem mostra a parte ‘Gerenciar apps e dispositivo’. Lá, há duas opções: ‘Visão Geral’ e ‘Gerenciar’. Na primeira, lê-se ‘Todos os aplicativos estão atualizados’. Presume-se, então, que é aí que aparece a lista com os aplicativos que precisam de update.

Há também uma parte dedicada ao armazenamento e botões para enviar e receber integrados ao Nearby Share, ferramenta de Android de compartilhamento por proximidade (similar ao AirDrop, da Apple). No final da seção está a parte de ‘Avaliações e resenhas’.

Assinatura da Play Store

A Google adicionou mais 48 novos países à lista de territórios que têm o Play Pass à disposição. Agora, o serviço de assinatura pode ser adquirido em 90 países. A atualização acrescenta países europeus, América Central e Caribe e expande na Ásia. Mas, principalmente, integra a África ao passe.

Com o Play Pass, usuários podem baixar programas à vontade, recursos premium e vantagens em alguns aplicativos. O serviço foi lançado nos Estados Unidos, em 2019. O programa de assinatura só chegou a outros países na metade de 2020.

No Brasil, o passe custa R$ 9,90 por mês e a assinatura anual fica por R$ 89,90. Dividido por 12 meses, o valor anual sai a R$ 7,49 por mês. Há ainda a possibilidade de compartilhar o acesso com até cinco membros da família.

Via: 9to5Google

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Levantamento do App Annie Intelligence relata que o mundo gastou US$ 32 bilhões (aproximadamente R$ 160 bi) em compras feitas em aplicativos no primeiro trimestre de 2021. Isso indica um aumento de 40% em relação ao mesmo período do ano passado. Foram US$ 21 bilhões faturados pela Apple e US$ 11 bilhões pela loja da Google.

Esses números ilustram o evidente efeito da pandemia no mercado de aplicativos. Os três primeiros meses de 2020 foram o primeiro período da adoção de medidas restritivas em boa parte do planeta. Em 2021, ainda com o isolamento em vigor, os consumidores se viram cada vez mais obrigados buscarem estímulos internos, como jogos, aplicativos de streaming de vídeo e plataformas de compartilhamento social.

Aplicativos de jogos são os campeões em compras

Na loja do Google, as categorias Jogos, Social e Entretenimento tiveram o maior índice de compras trimestre a trimestre. Já entre os usuários de iOS, o topo do ranking de gastos fica com Jogos, Foto e Vídeo e Entretenimento.

Além de ser um jogo em si, 'Roblox' serve de plataforma para desenvolvedores independentes. Roblox Corporation/Divulgação
Roblox foi o app da categoria Jogos mais lucrativo do primeiro trimestre de 2021. Imagem: Roblox Corporation/Divulgação

Como visto, o maior faturamento em compras em aplicativos, de maneira geral é do mercado de games: o gasto total na categoria foi de US$ 22 bilhões de janeiro a março. Enquanto os jogadores de iOS gastaram mais de US$ 13 bihões, os outros US$ 9 foram gastos por usuários do sistema Android. Em 2021, a projeção do mercado de jogos para celular é de US$ 120 bilhões em gastos do consumidor.

Embora o Join Clash 3D seja o campeão de downloads em 2021, até agora, a maior receita no primeiro trimestre foi do Roblox. No Brasil, o jogo com forte apelo entre o público infantil foi o segundo mais lucrativo do ano em 2020, logo atrás de Free Fire.

Na tabela geral das compras em aplicativos, o YouTube é quem lidera o ranking de volume de compras, seguido do TikTok e do app de relacionamento Tinder.

Fonte App Annie News

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Especialistas encontraram um novo app de espionagem, classificado como sofisticado, que monitora a câmera e até as mensagens do WhatsApp ou SMS de celulares Android. O aplicativo, capaz de acionar o microfone e transmitir dados de chamadas e documentos armazenados no celular, não chegou a ser cadastrado na Play Store, loja oficial do Google.

Celulares Android são vítimas de novo aplicativo malicioso.
Crédito: Wikimedia Commons/Reprodução

A descoberta foi anunciada pela empresa de segurança Zimperium e é capaz de acessar praticamente todos os dados e recursos do smartphone. A Zimperium faz parte do App Defense Alliance, grupo formado pelo Google para aprimorar a segurança do Android.

O programa espião chega ao celular do usuário disfarçado de uma atualização de sistema e é instalado junto a outros aplicativos oferecidos em lojas alternativas. Depois de instalado, ele oculta seu ícone e desaparece da lista principal, dificultando sua remoção.

O que chama a atenção dos especialistas é a atuação ampla do programa para ter acesso aos dados do telefone. O app acessa a internet e recebe comandos de um servidor de controle, que indica quais são os dados que devem ser coletados. 

Quais dados são coletados?

Entre as informações monitoradas estão todos os tipos de mensagens trocadas via SMS e apps como o WhastApp. Se o telefone estiver com acesso root, o espião “enxerga” o banco de dados inteiro, inclusive mensagens apagadas.

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Todo o conteúdo de qualquer tipo de notificação também é exposto, assim como o histórico de chamadas efetuadas e recebidas; a lista de contatos, o histórico de navegação e os favoritos dos navegadores; e os dados gerais do aparelho, incluindo tudo que está instalado nele, as estatísticas de armazenamento e a área de transferência.

Os dados de localização do GPS também podem ser monitorados. O microfone e câmera do aparelho se tornam capazes de gravar chamadas, tirar fotos e gravar vídeos, que são exportados em miniatura para reduzir o consumo de dados. O aplicativo também acessa documentos em arquivo PDF e Microsoft Office com menos de 30 MB.

O surgimento do novo app de espionagem reforça as recomendações de segurança para usuários de Android: evitar lojas não oficiais e não realizar processo de “root”, já que o mecanismo potencializa as capacidades de apps maliciosos.

Fonte: G1

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