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Existem diversos aplicativos para controlar a menstruação e a gravidez, e a cada dia que passa eles ficam mais famosos entre as mulheres. Porém, de acordo com um documento, esses apps não possuem uma grande proteção de privacidade e dados de seus usuários.

Dados e informações vazadas em aplicativos de saúde no geral são sempre um grande problema, e essas falhas se encaixam em uma categoria bem preocupante já que agora o aborto é ilegal em diversos lugares dos Estados Unidos.

Leia mais:

Os aplicativos de controlar menstruação e gravidez armazenam informações que podem ser utilizadas para processar pessoas que realizam o aborto em locais que essa pratica é ilegal.

Porém, vale mencionar que essas informações até o momento não estão sendo muito utilizadas para vincular pessoas a abortos. Na maioria das vezes os dados utilizados ​​então vindo de textos, pesquisas do Google ou mensagens do Facebook.

Através de um comunicado, Caltrider, líder do guia Mozilla, informou: “As empresas que coletam informações pessoais e confidenciais de saúde precisam ser mais diligentes quando se trata da privacidade e segurança das informações pessoais que coletam, especialmente agora em nosso mundo pós-Roe vs Wade nos EUA”.

Aplicativos que controlam menstruação e gravidez têm péssima proteções de privacidade
Imagem: Nadia Snopek/Shutterstock

Essa pesquisa estudou 25 aplicativos e dispositivos mais populares que possuem esse serviço de controlar a menstruação e a gravidez. Assim sendo, a maior parte não informou se compartilharia informações com autoridades. 18 dos 25 receberam avisos da Mozilla sobre suas práticas de privacidade, incluindo o Clue Period & Cycle Tracker e Eve.

A Mozilla tem preocupações sobre as políticas de privacidade dos aplicativos e sobre como eles coletam, compartilham e protegem os dados do usuário. 

Por fim, em outro documento, a Mozilla lançou um relatório parecido sobre aplicativos de saúde mental em maio de 2022 e também descobriu que esses apps também deixam a desejar no quesito de proteção da privacidade do usuário. 

Como monitorar o ciclo menstrual pelo iPhone sem aplicativos terceiros

A princípio, em uma conta rápida, é possível dizer que pelo menos metade da população do planeta Terra menstrua, menstruou ou vai um dia menstruar. E, naturalmente, todas as pessoas que estão em idade fértil precisam saber quando começa e termina o ciclo menstrual. Para isso, é possível usar um aplicativo nativo do iPhone e até mesmo no Apple Watch, sem precisar de programas de terceiros.

Nos aparelhos com o iOS 13 e watchOS 6, ou posteriores, a contagem é feita pelo aplicativo Saúde, nos celulares, e Monitoramento nos relógios. Além disso, usuárias e usuários podem ainda ativar notificações para saber quando será o próximo período menstrual e até mesmo o fértil.

O aplicativo permite ainda que a pessoa adicione fatores que podem influenciar o ciclo menstrual. Dessa forma, basta acessar na aba ‘Explorar’ > ‘Acompanhamento de Ciclo’ há uma seção chamada ‘Registro de Ciclos’, onde é possível clicar configurar os fatores, como gestação, amamentação, uso de contraceptivos ou mesmo nenhuma destas alternativas.

Via: The Verge

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Em julho de 2022, o presidente de soluções comerciais globais do TikTok, Blake Chandlee, foi questionado a respeito de estar preocupado ou não com a concorrência do aplicativo com outras redes sociais, como os grandes da Meta.

Blake passou 12 anos trabalhando no Facebook junto ao Mark Zuckerberg, mas, depois dessa longa experiência, decidiu migrar para o TikTok. Tendo em vista essa bagagem, ao responder o questionamento, disse:

“O Facebook é um aplicativo social. Construíram todos os seus algoritmos tendo como base o gráfico social. Somos uma plataforma de entretenimento. A diferença entre os dois é bem significativa”, afirmou.

Leia mais:

De acordo com o The New Yorker, as respostas do presidente de soluções foram relacionadas às mudanças recentes que a Meta implementou em suas redes, como o Facebook. A empresa tenta cada vez mais tornar seus aplicativos semelhantes ao TikTok e já disse isso explicitamente.

Em 2021, a Meta inseriu o formato de compartilhamento de vídeos curtos, os famosos Reels, ao Facebook e ao Instagram. Depois disso, recentemente em um memorando, o executivo sênior, Tom Alison, divulgou uma estratégia de mudar o feed de notícias do Facebook e focar mais nos Reels. Com isso, além da mudança de layout, o algoritmo seria influenciado a mostrar vídeos de criadores de conteúdo aleatórios, sem que obrigatoriamente o usuário estivesse o seguindo.

menu de opções do facebook
Imagem: Grey82/Shutterstock

Comparando o serviço da concorrência com o TikTok, a rede social que cresceu graças às trends de dancinhas na pandemia, os vídeos curtos são apresentados, muitas vezes, com menos de um minuto de duração e preenchem a tela toda do celular. Quando o usuário quer ver algo diferente, só precisa deslizar a tela para cima e um novo vídeo, uma nova experiência lhe é apresentada.

Essa plataforma não depende dos usuários para compartilharem os conteúdos manualmente entre os seguidores, mas sim de um algoritmo de recomendação muito habilidoso.

O Wall Street Journal, no ano passado, fez uma investigação sobre o TikTok onde os repórteres criaram mais de cem perfis para entenderem o raciocínio primário do algoritmo. Com isso, eles notaram que o aplicativo pode entender quais são os interesses do usuário com extrema precisão em cerca de 40 minutos de uso.

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A Meta, empresa dona do Facebook, compartilhou nesta quinta-feira (4) o relatório trimestral no qual mostra detalhadamente as ações que tomaram contra um grupo de trolls, contas falsas e hackers.

O grupo de trolls é formado por russos que tentaram criar o movimento de apoio à guerra que está acontecendo entre a Rússia e a Ucrânia. Esses russos criaram contas no Facebook e no Instagram para publicar comentários a favor do país natal nas publicações de veículos oficiais da mídia e até mesmo dos criadores de conteúdo.

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A Meta conseguiu remover 1.037 contas falsas do Instagram e 45 contas desse grupo no Facebook. A empresa relacionou os donos das contas ao grupo conhecido como “Cyber Front Z”. A Agência de Pesquisa da Internet, que é um grupo famoso de trolls da Rússia que já tentou influenciar as eleições americanas de 2016, possui pessoas que também estão ligadas a essas contas removidas.

No passado, grupos de defesa criticaram a Meta pela demora em combater esse tipo de ameaça virtual e a atitude que a Meta teve desta vez demonstra o empenho da empresa em destruir as ameaças à cibersegurança.

O grupo dos trolls fez uso do Telegram, aplicativo de mensagens, para organizar suas forças e focá-las nas outras redes sociais, como o TikTok, o Twitter, Linkedin e YouTube. De acordo com a Meta, o grupo tentou criar uma imagem falsa sobre seus esforços estarem sendo bem sucedidos, mas na verdade não estavam fazendo um bom trabalho.

A empresa acrescentou ao relatório informações sobre as medidas contra dois grupos de hackers no sul da Ásia. Um deles é o Bitter APT que mirava na Índia, Nova Zelândia, no Paquistão e no Reino Unido.

meta facebook tokens
Imagem: Rokas Tenys/Shutterstock

Meta é processada por coletar dados de saúde para publicidade direcionada

A Meta, o UCSF Medical Center e a Dignity Health Medical Foundation estão sendo processados nos Estados Unidos por coletar ilegalmente informações de saúde dos pacientes. A ação coletiva, no Distrito Norte da Califórnia, alega que os dados era secretamente coletados para publicidade direcionada.

A denúncia afirma que os sites de 33 dos 100 principais hospitais norte-americanos, além de portais de sete sistemas de saúde protegidos por senha, incluindo os do centro e da fundação processados, tinham a ferramenta de monitoramento Pixel, da Meta.

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Já é possível criar links para vídeos, fotos, textos e praticamente qualquer coisa da internet. Mas e se você quisesse criar um link para a sua própria conta do WhatsApp, de maneira que qualquer pessoa que clicasse nele fosse direcionada a uma conversa com você no aplicativo?

Saiba que isso já é possível, graças a um recurso do WhatsApp chamado “Click to Chat” (algo como “clique para conversar”). Ele gera um link que, ao ser clicado, leva o usuário a uma conversa com determinado número. Você pode até criar o link com uma mensagem pré-determinada para a pessoa que clicar nele te enviar automaticamente.

Esse recurso pode ter uma série de utilidades. Por exemplo, se você estiver tentando vender seu carro, pode colocar as fotos dele junto com um link para o seu número. Nesse link, você também pode colocar uma mensagem como “Olá, estou interessado em comprar seu carro!”; assim, o potencial comprador não terá nem o trabalho de digitar. E você pode fazer tudo isso sem revelar seu número de telefone à internet inteira.

Aprenda como criar um link no WhatsApp neste tutorial.

Há várias vantagens em ter um link WhatsApp, como por exemplo:

  • Você pode gerar um link para sua conta WhatsApp sem revelar seu número de telefone;
  • Você pode incluir uma mensagem no link, para que, quando alguém clicar nele, ele lhe envie automaticamente essa mensagem;
  • Você pode usar o link para iniciar uma conversa com uma pessoa ou grupo sem ter seu número de telefone guardado em seus contatos;
  • O link pode ser usado em websites, mídias sociais e em praticamente qualquer outro lugar na internet.

Só é possível gerar link no WhatsApp business?

Não é necessário do WhatsApp Business para gerar link no WhatsApp
Não é necessário do WhatsApp Business para gerar link no WhatsApp. Imagem: Alex Photo Stock / Shutterstock

Não, qualquer pessoa pode gerar um link para sua conta WhatsApp, independentemente de ter ou não uma conta WhatsApp Business. O único requisito é que você tenha a versão mais recente do WhatsApp instalada em seu telefone.

Leia também:

Como gerar um link no WhatsApp?

Manualmente

1. Copie e cole este link: https://api.whatsapp.com/send?phone=seunumerodetelefone&text=sua%20mensagem

2. Substitua o espaço “seunumerodetelefone” pelo seu número, da seguinte maneira: XXYY000000000. Sendo que:

  • “XX” é o código internacional do seu número. O código do Brasil é 55, então, se o seu celular for daqui, substitua XX por 55.
  • “YY” é o DDD. Se seu número for de São Paulo, por exemplo, substitua YY por 11; se for do Rio de Janeiro, substitua YY por 21.
  • “000000000” é o seu número de telefone. Se ele for, por exemplo, 98765-4321, substitua o 000000000 por 987654321.

Assim, se o seu número for brasileiro, de São Paulo, e for 98765-4321, você deverá substituir “seunumerodetelefone” por 5511987654321.

3. Substitua o espaço “sua%20mensagem” pela sua mensagem, da seguinte maneira:

Como não é possível inserir acentos e espaços nos links, é necessário substituí-los por símbolos. Assim, se você quiser que a sua mensagem seja “Olá, meu amigo!”, você precisará substituir o espaço “sua%20mensagem” por “Ol%C3%A1%2C%20meu%20amigo!”

Então, se você quiser criar um link para o seu número com a mensagem pré-definida “Olá, meu amigo!”, e o seu celular for brasileiro, de São Paulo, com o número 98765-4321, o seu link ficará https://api.whatsapp.com/send?phone=5511987654321&text=Ol%C3%A1%2C%20meu%20amigo!.

5. Você já pode enviar esse link para qualquer pessoa. Quem clicar nele será levado para uma tela de conversa do WhatsApp assim:

Existem alguns problemas com o método manual. O primeiro é que, como pode ser visto acima, seu número de telefone fica exposto – mas é possível contornar essa situação; veja como no tópico abaixo “Como encurtar link do WhatsApp” para encurtar link.

O segundo problema é que é quase impossível escrever uma mensagem pré-definida com todos os símbolos certos. Para esse problema, existem as plataformas online gratuitas.

Em plataformas online

Convertte

Convertte é uma plataforma online que permite que você crie um link para o WhatsApp sem precisar fazer nenhuma alteração no seu número de telefone.

Para usá-lo, basta acessar o site e informar o seu número de telefone na caixa de texto e a sua mensagem. Depois disso, basta clicar em “Gerar Link”:

Você receberá um link que poderá ser compartilhado livremente. Ao clicar nele, a pessoa será direcionada para uma conversa no WhatsApp Business já com uma mensagem pré-definida.

O link gerado pelo Convertte pode ser usado em sites, redes sociais ou qualquer outro lugar na internet.

Canmore

O Canmore é outra plataforma online que oferece um link para o WhatsApp com mensagem pré-definida.

O site funciona de maneira similar ao Convertte. Para usá-lo, basta acessar o site e informar o seu número de telefone na caixa de texto e a sua mensagem. Depois, basta clicar em “Gerar link”.

Você receberá um link para compartilhar como quiser. Ao clicar nele, a pessoa será direcionada para uma conversa no WhatsApp já com uma mensagem pré-definida.

O link gerado pelo Canmore pode ser usado em sites, redes sociais ou qualquer outro lugar na internet.

Nuvemshop

O Nuvemshop é uma plataforma de comércio eletrônico que oferece uma ferramenta gratuita para gerar link para o WhatsApp.

Novamente, basta acessar o site, informar o seu número de telefone na caixa de texto e escrever sua mensagem pré-definida. Depois, basta clicar em “Gerar link”:

Invertexto

Outro site que oferece o serviço é o Invertexto. Também é bem simples de usá-lo: acesse o site, informe seu número de telefone, escreva a mensagem inicial e clique em “Gerar link”.

Depois, copie o link para compartilhá-lo com sua mensagem pré-definida como você desejar, como sites, redes sociais ou aplicativos.

Wa.me

O Wa.me é o encurtador de link do WhatsApp para iniciar conversas no mensageiro. Ele funciona de maneira bem parecida à forma de adicionar manualmente o número de telefone e a mensagem.

Seu link deve começar com “https://wa.me/XXYY000000000”, sendo que os XY0s devem ser substituídos pelo número de telefone com o código do país e do DDD. Também, para inserir a mensagem, você precisará usar símbolos para substituir espaços e acentos.

Como você pode observar, não é a forma mais prática de criar um link para WhatsApp. Mas, se você quiser aprender, basta ler o tópico acima chamado “Manualmente

Quanto custa gerar um link no WhatsApp?

A boa notícia é que não custa nada gerar um link no WhatsApp! Quer você utilize uma das plataformas mencionadas acima ou o faça manualmente, gerar um link para o WhatsApp é completamente gratuito.

Onde usar o link do WhatsApp?

O link WhatsApp pode ser usado em websites, redes sociais ou em qualquer outro lugar na Internet.

A melhor maneira de usar o link WhatsApp é colocá-lo em um lugar onde seja facilmente acessível a seus clientes potenciais, como no cabeçalho ou rodapé de seu website, ou na biografia de seu perfil de mídia social.

Incluindo um link WhatsApp em seu website ou perfil de mídia social facilita o contato de potenciais clientes e o início de uma conversa.

Uma das vantagens de gerar um link personalizado no WhatsApp é gerar mais vendas
Uma das vantagens de gerar um link personalizado no WhatsApp é gerar mais vendas. Imagem: fizkes / Shutterstock

Quando usado corretamente, o link WhatsApp pode ser uma ferramenta poderosa para gerar leads e fechar vendas. Por isso, ele é muito útil para pessoas que trabalham como afiliados.

Leia também:

  1. Acesse um site de encurtamento de links, como o bit.ly ou o ow.ly.
  2. Cole o seu link no campo correspondente e clique em “encurtar URL” ou “Shorten”. 
  3. Você receberá uma versão “encurtada” do seu link. Por exemplo, jogando o link https://api.whatsapp.com/send?phone=5511987654321&text=Olá,%20meu%20amigo! (que usamos de exemplo acima) no bit.ly, recebemos o link https://bit.ly/2sZ43CR, que funciona da mesma maneira.
  4. Agora você pode usar o link sem o medo de deixar seu celular exposto! Compartilhe à vontade!

Leia também:

Conclusão

Agora, você já sabe criar seu link para WhatsApp com uma mensagem personalizada. Que tal conhecer agora nossa lista com os melhores bancos digitais?

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O aplicativo de compras Shopee inaugurou cinco novos centros de distribuição no Brasil nos últimos meses para melhorar os processos de envio e reduzir os prazos de entrega. A informação foi divulgada, nesta terça-feira (5), pelo jornal Valor. Com sede em Singapura e de propriedade da Sea Ltd, o aplicativo é um dos mais baixados do Brasil desde seu lançamento, ocorrido em 2019. 

Novos centros de distribuição

Segundo o Shoppe, os novos centros estão localizados nas cidades de São João do Meriti (RJ), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Contagem (MG) e Santana do Parnaíba (SP). 

O Shopee tem um alto volume de vendas de produtos de baixo preço unitário, o que significa maior giro de milhares de produtos por dia, exigindo um sistema de distribuição robusto. 

Em meados de maio, a empresa superou as estimativas de vendas trimestrais, principalmente em razão da força em suas principais operações de comércio eletrônico e negócios de pagamentos digitais.  

Shopee é uma plataforma de compras online
Aplicativo de compras inaugura novos centros de distribuição no Brasil para agilizar entregas: concorrência aumenta a cada dia no setor. Imagem: Fijar Maulidah / Shutterstock.com

Leia mais:

Queda nas vendas

No entanto, os atuais resultados estão bem abaixo dos registrados em 2020 e parte de 2021, período do auge da pandemia de Covid-19. 

Após vários trimestres de crescimento de receita triplo-digital e expansão para novos mercados, incluindo México, Espanha e Coréia do Sul, o crescimento do Shopee diminuiu à medida que o boom alimentado pela pandemia no comércio eletrônico e entretenimento digital encolheu .

Em março deste ano, a empresa anunciou a saída da Índia e da França, enquanto custos crescentes e problemas na cadeia de suprimentos aumentaram seus problemas. Entre eles, a queda no valor das ações.

Via: Reuters

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Consumidores sul coreanos estão criticando o sistema de cobranças da Google Play Store em razão do aumento nos valores dos aplicativos comercializados na plataforma. Inúmeros usuários pediram uma investigação com foco nos executivos da gigante da tecnologia, o que inclui o CEO Sundar Pichai. 

Nova política de cobranças

Após a nova política do sistema de cobranças da Play Store. os desenvolvedores de aplicativos tiveram que elevar a porcentagem das comissões. 

A nova regra remove aplicativos com links de pagamento externos que burlam o sistema de cobranças da Play Store, que exige uma comissão de 15% a 30% dos desenvolvedores. 

A Coreia do Sul foi o primeiro país do mundo a introduzir restrições nas políticas de cobrança das lojas de apps da Apple e do Google. Mesmo assim, as Bigs Techs foram em frente com suas decisões e modificaram a política de pagamento. 

Objetivo da mentoria grátis do Google é ensinar técnicas para o jogo sucesso na Play Store. Imagem: 9to5Google/Reprodução
Nova política de cobrança da Google Play Store influenciou em aumentos de até 20% nos aplicativos baixados na plataforma. Imagem: 9to5Google/Reprodução

No caso do Google, todos os desenvolvedores de aplicativos foram obrigados a utilizarem o sistema de cobrança da Play Store, removendo links de pagamento externos.

“Os desenvolvedores de aplicativos não têm escolha a não ser aceitar a solicitação do Google, que responde por 74,6% da participação no mercado de lojas de aplicativos”, informou um membro do grupo de direitos do consumidor.

Leia mais:

Aumentos salgados 

Desde o anúncio das modificações, realizado em abril, os preços de diversos apps da Play Store, principalmente de histórias em quadrinhos e livros digitais, tiveram aumentos de 15% a 20%. 

De acordo com o Partido do Poder Popular, a nova política de pagamento no aplicativo pode fazer com que os sul-coreanos paguem R$ 879 bilhões a mais todos os anos.

Como alternativa, os provedores de serviços de conteúdo estão incentivando os usuários a fazer pagamentos fora da Play Store, onde as taxas de serviço permanecem inalteradas e livres da nova política da plataforma.

Via: South China Morning Post

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Essencial para a geração de renda para trabalhadores que atuam em aplicativos, a qualidade da conexão da internet brasileira ainda deixa a desejar, fazendo com que muita gente tenha problemas de acesso ao longo da jornada diária. O dado consta na pesquisa TIC Covid, divulgada nesta terça-feira (5), que avaliou a conectividade no país em 2021. Segundo a pesquisa, conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, cerca de 68% dos entregadores e motoristas de aplicativos tiveram problemas de acesso à internet no ano passado. 

Situação que prejudica imensamente essa categoria de trabalhadores. Sem internet, não há produção e, consequentemente, a renda diminui. 

Desigualdade tecnológica 

Apesar do acesso à internet ter aumentado no Brasil com o processo de digitalização após o início da pandemia, principalmente entre os mais pobres, a pesquisa mostra que falta infraestrutura e que há muita desigualdade digital no país. 

Conexões de qualidade e estabilidade ainda são desafios em grande parte do Brasil. Além disso, os dispositivos também revelam as condições econômicas das famílias. 

Segundo o estudo, a maioria das conexões acontecem via smartphone, o que também limita a execução de trabalhos mais complexos, como produção de textos e planilhas. Imagem: fizkes – Shutterstock

Enquanto a maior parte das pessoas se conecta por meio do celular, apenas 22% das classes D e E navegam na rede por meio de computadores, situação que atinge 93% de quem faz parte das classes A e B. 

Dessa maneira, a qualidade da experiência do usuário se diferencia, tendo em vista que algumas atividades necessitam de um computador. Exemplo é a produção de textos, criação de planilhas, edição de fotos, sendo bem mais produtivo em comparação a um smartphone. 

Leia mais:

Acesso a benefícios sociais abriu novo leque de usuários 

Muita gente que antes da pandemia não tinha o hábito de acessar a internet acabou aderindo ao universo digital em razão dos programas governamentais, como Auxílio Emergencial, Auxílio Brasil e serviços disponibilizados no gov.br.  

Além disso, as compras online tiveram considerável aumento, fazendo parte da realidade de pelo menos 51% dos usuários. Já o trabalho remoto foi realizado por 66% da classe A/B, 33% da classe C e 16% da classe D/E durante a pandemia. Em relação aos trabalhadores de aplicativos, 60% entraram no segmento após o começo da pandemia. 

O estudo ouviu 5.552 pessoas com 16 anos ou mais em entrevistas que aconteceram do dia 15 a 30 de julho de 2021, todas pela internet.  

Via: Folha de São Paulo

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Foram três dias divertidos. No recesso de Natal, tive o privilégio de dirigir o elétrico puro Jaguar I-Pace (ou I-PACE, tudo em maiúsculas, como prefere a Jaguar) pelo app em desenvolvimento do Itaú, o VEC (Veículo Elétrico Compartilhado).

A ideia do Itaú é fazer com carros mais ou menos o mesmo que com que as familiares bicicletas laranjas. Você aluga o carro numa base e devolve em qualquer outra, pagando por hora.

O sistema ainda está nos primórdios: atualmente funciona para apenas funcionários da empresa e convidados. A ideia é, ao longo do ano que vem, permitir seu uso para clientes do banco e, em 2023, abrir para o público em geral.

E, no momento, ainda é bem “beta”: o teste demonstrou diversos problemas. Mas a equipe atendeu com atenção e presteza. E não tenho do que reclamar em ser um beta tester em troca de dirigir um carrão.

Como funciona o Itaú VEC e como alugar um Jaguar com ele

O VEC é um app para Android e iOS. Você precisa, ao abrir, criar um perfil, o que exige comprovação de sua CNH via foto e um cartão de crédito válido.

No meu caso, a confirmação automática falhou: o sistema não conseguiu fazer a correspondência da minha foto na CNH e foto tirada na hora. Tive que falar com a equipe para liberar o cadastro manualmente, o que foi feito na hora.

Com o aplicativo pronto, você consegue visualizar as bases VEC na cidade. Há três delas nesta fase de testes em São Paulo. Clicando numa das bases, você pode ver os veículos disponíveis.

Então é escolher um e reservá-lo. Além do Jaguar I-Pace, por enquanto também há o JAC iEV40 e o BMW i3. Como era um teste, o carro só apareceu disponível quando eu conversei diretamente com a equipe do app.

A base de saída foi a no estacionamento do Itaú CEIC, o megacentro na zona sul de São Paulo. A corrida começa quando, com o app em mãos, de preferência ao lado do carro, você confirma e o tempo começa a correr.

Provável boa notícia: o preço listado no teste foi R$ 74,80. É salgadíssimo para uma diária de locadora de automóveis – sairia R$ 1.795,20 por dia. Mas, como o VEC funciona por hora, se o preço para o consumidor final ficar por aí mesmo, ao menos estará ao alcance dos mortais dar uma voltinha pela cidade num Jaguar I-Pace (ou o BMW, ou o que mais tiverem).

Iniciando a corrida, o carro é seu: você usa o próprio celular, via Bluetooth, para abrir as portas.

O Jaguar I-Pace e o app VEC Itaú usado para abri-lo (Imagem: Fábio Marton/Olhar Digital)

Dentro, o veículo não exige chave, é só ligar. O próprio celular é a autenticação, e precisa estar dentro do carro e ligado com Bluetooth.

Dificuldades técnicas no caminho

É um aplicativo em desenvolvimento, e é preciso ser justo com quem ainda está trabalhando nele, mas faz parte do teste relatar problemas. O app Itaú VEC, com o Jaguar I-Pace em particular que eu testei, teve várias engasgadas. Logo ao chegar em casa, o veículo se recusou a fechar a porta. Chamei o suporte – eles sempre respondem bate pronto, e por voz.

Após tentar recarregar o celular (menos de 15% de bateria acaba com a conexão com o carro, fui informado) e reiniciar o carro por um comando na base, o jeito foi mesmo chamar a equipe técnica presencialmente. Vieram e descobriram que o capô dianteiro não estava fechado direito, e isso impedia de fechar as portas. O app não avisou disso.

O carro apresentaria depois um problema de conexão diferente. Nesse caso, o sistema reverte para o padrão e passa a exigir chave. De novo, uma ligação, e um reset a partir da base, ou, em outro caso, reiniciando a corrida, e o carro voltou a funcionar. Não foi preciso mais equipe presencial.

Um carro bastante modificado

Agora, o que provavelmente metade das pessoas clicando nesta matéria quer saber: como é, seja compartilhado via Itaú ou não, pilotar o Jaguar I-Pace?

Bom, a resposta não pode ser muito direta. A ideia do teste partiu da própria Jaguar, e era que eu fizesse uma resenha do carro. Mas, com o sistema operacional extremamente modificado pelo app, não dá pra saber onde termina um app ainda em desenvolvimento e começa um carro completo.

Por exemplo, não consegui usar o navegador por voz e, mesmo digitando, o assistente falhou em achar endereços, deu instruções erradas e, em uma ocasião, o carro saiu com a porta aberta sem dar aviso.

Esses problemas não parecem obviamente bugs do app, mas é difícil dizer se é modificação ou o software do carro que teve problema. Assim, não seria correto resenhar o I-Pace por esse teste – isso, a Jaguar me informa, ficará para o ano que vem.

Mas dá pra dizer o que experimentei. E, com um tranco aqui e outro ali, apreciei muito.

Isto não é uma resenha do Jaguar I-Pace

Ligar um carro assim se faz à Jetsons: é um botão vermelho no painel.

Clica e vai (Imagem: Fábio Marton/Olhar Digital)

As luzes se acendem com um tom musical breve – mas bem poderia ser mesmo, na cabeça de quem aprendeu a dirigir com gol quadrado como eu, a trilha dos Jetsons.

Comodidades no I-Pacesão comuns a modelos luxuosos modernos, mesmo com motor convencional. Os bancos, de couro, são ajustados por motores controlados por alavancas. Os espelhos, também motorizados, são regulados num joystick perto dos controles dos vidros.

Outro recurso se tornando comum é o auxílio a estacionamento. Há um incrível sistema de auxílio a estacionar, que cria uma imagem 3D do carro no ambiente à sua volta, como se visto de fora.

O retrovisor central, porém, é old school: ajusta-se com as mãos. Ele não tem um campo de visão muito bom, porque a janela traseira do Jaguar I-PACE é bem pequena. (Li no manual do carro que pode ser usado como tela para uma câmera traseira, mas não consegui ativar isso.)

A diferença do veículo ser elétrico aparece na hora de partir. O motor tem que ser destravado por pisar no freio e clicar no botão liga. E depois disso… não acontece realmente nada. Acende-se a “alavanca de câmbio” – uma série de botões com os comandos de um câmbio automático: D, N e R, indicando que você pode escolher um deles.

Clica em D e pisa no acelerador, aí a brincadeira começa.

Todos à bordo da nave do futuro

O Jaguar I-Pace é um SUV esportivo de luxo grandalhão (1,90 m de largura) e pesado (2,2 toneladas). Isso é normal para um veículo elétrico com autonomia de mais de 400 km, com a bateria sendo a parte mais pesada.

O tamanho leva um tempo para se acostumar. É às vezes desconfortável em ruas com faixas estreitas, mais ainda quando há ônibus e outros veículos largos disputando o espaço. No começo, para estacionar,

Mas esse peso mal se faz sentir: o carro é bem arisco com o acelerador. Quase não é exagero dizer que decola, porque o carro produz um som (completamente artificial) que lembra um disco voador.

Elétricos podem ser quase 100% silenciosos, e os modelos da Volkswagen que testei brevemente, o ID.3 e ID.4, emitem o som do sol se pondo. (Nenhum, se não ficou claro.)

Pela legislação de alguns países (não o Brasil), um veículo é obrigado a ter alto-falantes externos para avisar os pedestres à baixa velocidade. Acima de 40 km/h, o som do atrito com o ar faz mais barulho que um motor à combustão.

Em veículos esportivos, como os Teslas, que permitem várias configurações de som, o barulho falso do motor é para atender a um desejo do consumidor. É emular o rugido dessa espécie em extinção, os carrões com motorzão a combustão interna.

O Jaguar I-Pace faz isso sem nostalgia: seu ruído é realmente peculiar. Só ouvindo para entender:

Jaguar I-Pace no trânsito de São Paulo

Eu passei os dois primeiros dias usando o Jaguar como um carro utilitário, para cima e para baixo na cidade de São Paulo. O trânsito estava, como de costume, dantesco.

Os radares do carro apitam nervosamente quando há pedestres ou um carro muito perto (o segundo pareceu menos exato no teste).

Trânsito não faz bem para carrão. A minha esposa reclamou de enjoo: para compensar o acelerador esquentadinho, o Jaguar I-Pace tem também um excepcional freio. Até me acostumar a ser extremamente sutil nos controles, estava saindo uma viagem cheia de solavancos.

A palavra é torque: carros elétricos entregam toda sua potência de uma vez. Eles não precisam de uma rotação específica alterada por um câmbio, e uma rotação que é sentida por vibração e som. Se eles são programados para o poder, entregam: não é por nada que o carro com a aceleração mais brutal do mundo é o Tesla S Plaid.

Pisar no Jaguar I-Pace traz essa sensação de potência instantânea. Mas é só aprender a respeitá-la: em questão de horas, já estava confiante de andar gentilmente em meio a pedestres e em estacionamentos fechados.

Nisso de controle, há um truque embutido: o limitador de velocidade. É parte dos comandos no volante. Uma chavinha acerta a máxima que o carro pode produzir, mesmo na descida, não importa o acelerador.

Eu estava me arriscando de andar sem limitador: com essa facilidade toda em acelerar, é muito fácil rodar num radar. E aí a multa, o app do Itaú deixa claro em seus termos de uso, é por conta do motorista.

A viagem final

No terceiro dia, tomei vergonha e resolvi fazer o que devia ter feito desde o começo: é um crime andar com um carrão assim no anda e para da cidade. Peguei a estrada.

Não muito longe: Embu das Artes, a 30 km do centro de São Paulo. Mas alguma estradinha (a Régis Bittencourt) para fazer justiça.

Na estrada, dá para testar o pé. Os 4,8 segundos que leva para o I-Pace ir de 0 a 100 km/h não tem mérito de prova de arrancada, mas geram uma perceptível aceleração de 1 G nas costas. É o equivalente à queda livre: grau montanha russa de emoção, mas não chega a ser desconfortável.

De novo: pisar tem um efeito instantâneo e, fácil, fácil, você pode se tornar um grande financiador dos cofres públicos. O ideal é usar o limitador e sentir essa potência até o limite que a estrada permite, na hora de acelerar.

Sem os transtornos (e alertas de proximidade) do trânsito urbano, e sem estar numa Autobahn alemã para testar mesmo a velocidade, foi um caminho tranquilo.

Voltando da estrada, guiei o Jaguar I-Pace por mais um congestionamento de volta à sede do Itaú. Então, enfim, eu já me sentia no controle da fera.

Cheguei ao posto do VEC no estacionamento, onde um funcionário recebe a gente. E foi isso.

De volta pedestre, voltei para cassa de metrô. Estava ficando fácil de me acostumar. Até agora, de vez em quando, meio como um membro fantasma, meu cérebro insiste em perguntar: “cadê o carrão?”.

Numa base do app do Itaú, esperando o dia de ser democratizado.

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De forma discreta, o Facebook vem experimentando reduzir a quantidade de conteúdo político que coloca nos feeds dos usuários. Isso porque a mudança é uma maneira com que os algoritmos e engajamento da empresa funcionam e que podem ser um problema.

A principal questão é a distinção entre conseguir provocar uma resposta e fornecer o conteúdo que as pessoas desejam. Por isso, o engajamento é atrelado ao algoritmo de mídia social, que nada mais é do que as regras qu o sistema segue para decidir qual conteúdo você vê, dependendo do comportamento das pessoas, através de compartilhamento e curtidas.

Isso porque a tecnologia permite que as pessoas acessem sinais de comportamento de um número muito maior de pessoas, até de quem não conhece. Os aplicativos de inteligência artificial fazem uso intenso desses sinais de popularidade, o que é muito conhecido como “engajamento”.

O engajamento funciona desde a seleção de resultados de mecanismos de pesquisa até a recomendação de músicas e vídeos, além da sugestão de amigos até a classificação de postagens em feeds de notícias. Então, os aplicativos são orientados por pistas como engajamento e o viés de popularidade pode causar consequências.

Mídias sociais como Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e TikTok dependem de algoritmos de inteligência artificial para classificar e recomendar conteúdo. Esses algoritmos tomam como entrada o que você “gosta”, comenta e compartilha. 

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O objetivo dos algoritmos é maximizar o envolvimento, descobrindo do que as pessoas gostam e de onde vem o engajamento do público. Sendo assim, se as pessoas gostam de notícias confiáveis, opiniões de especialistas e vídeos divertidos, esses algoritmos devem identificar esse conteúdo de alta qualidade. 

Por outro lado, a sabedoria das multidões faz uma suposição fundamental que recomendar o que é popular ajudará o conteúdo de alta qualidade a crescer. Em geral, o viés de popularidade tem mais probabilidade de diminuir a qualidade geral do conteúdo. Já que o engajamento não é um indicador confiável de qualidade quando poucas pessoas foram expostas a um item. 

Os algoritmos não são os únicos afetados pelo viés de engajamento, aliás, as pessoas também são afetadas. Ou seja, quanto mais vezes alguém é exposto na internet, maior é a probabilidade do consumo. Quando a mídia social diz às pessoas que um item está se tornando viral, seus preconceitos cognitivos surgem e se traduzem no desejo de prestar atenção.

Gravvity, a plataforma sem likes que promete ser uma rede social 'anti-Facebook'
Imagem: Cristian Dina (Pixels)

A movimento das multidões acaba falhando porque é construída sobre a suposição de que o público é composto de fontes diversas e independentes. Isso se deve a três fatores:

  • Em primeiro lugar, pela tendência das pessoas de se associarem a pessoas semelhantes. A facilidade com que um usuário pode afastar de quem discorda empurra as pessoas para comunidades homogêneas;
  • Em segundo lugar, porque os amigos de muitas pessoas são amigos uns dos outros, eles influenciam uns aos outros;
  • E em terceiro, os sinais de popularidade podem sim ser manipulados. Os mecanismos de busca desenvolvem técnicas sofisticadas para combater esquemas que manipulam algoritmos de busca.

As pessoas com o objetivo de manipular o mercado de informações criaram contas falsas solidificando uma teoria e enganando o engajamento da plataforma. Mas o que fazer? Denúncias de fake news ou perfis que disseminam desinformação, por exemplo.

Fonte: The Next Web

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O WhatsApp começou a experimentar uma função que pode ser interessante para aqueles que não são muito fãs de mensagens de voz no aplicativo. Trata-se de um recurso de transcrição de áudio, mais ou menos como se dava no Allo, o finado mensageiro do Google.

De acordo com o site WABetaInfo, que costuma antecipar os recursos que são lançados pelo WhatsApp, a configuração seria opcional. Funcionaria assim: se o usuário optar pela transcrição de uma mensagem, um aviso aparecerá na tela pedindo permissão para a opção do reconhecimento de voz.

Ao aceitar, ele teria acesso ao recurso de transcrição, onde também poderia pular para um timestamp (marcação de data/hora) específico da conversa.

Segundo o site, quando uma mensagem for transcrita pela primeira vez, o texto ficará salvo no banco de dados do aplicativo. Portanto, posteriormente, o usuário não precisaria solicitar a decupagem pela segunda vez.

Por enquanto, os testes deste recurso estão restritos ao iOS e não há informações se ele estará disponível para o Android no futuro. Porém, esta não é a única função que o app mais popular do mundo está testando.

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Busca por data e reação com emojis

Esta novidade está sendo testada desde o ano passado, mas agora parece que finalmente pode ser lançada. Trata-se da busca de mensagens por data, um recurso que já existe no Telegram e muitos fãs anseiam no WhatsApp.

Basicamente, você poderia encontrar uma mensagem antiga pela data ou hora do bate-papo e se livrar da busca por palavras, como atualmente funciona no aplicativo. O WABetaInfo divulgou uma captura de tela do iOS em que é possível ver a barra de rolagem para a escolha de datas na parte inferior.

Uma outra função interessante é a reação com emojis, algo que já está disponível no Twitter, por exemplo. Segundo o WABetaInfo, você poderia agora reagir a qualquer mensagem com um emoji disponível no aplicativo. Seria possível inclusive reagir a um texto várias vezes, com distintos emojis.

Por fim, o WhatsApp planeja também redesenhar os balões de bate-papo na versão do iOS. Na imagem divulgada pelo site, é possível analisar a mudança por completo: as molduras para mensagens agora em formato de balões de HQs, também com um maior número de cores. Vale lembrar que esta novidade provavelmente será lançada em breve, já que está disponível na mais recente versão 2.21.13.2 do WhatsApp beta para Android.

Crédito para imagem: On the Back of Camera/Shutterstock

Com informações de UOL e WABetaInfo

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