Mundo em Caos‘ é a nova tentativa da Lionsgate de emplacar uma trilogia de filmes baseada em uma série literária. E a produtora já é experiente no gênero de adaptações, tendo no catálogo as sagas ‘Jogos Vorazes’ e ‘Divergente’, então, resolveu investir US$ 100 milhões na primeira parte da história distópica escrita por Patrick Ness, além de incluir nomes fortes da indústria no elenco, como Tom Holland (‘Homem-Aranha: de Volta ao Lar’), Daisy Ridley (nova trilogia ‘Star Wars’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Demián Bichir (‘Selma: uma Luta pela Igualdade’) e Nick Jonas (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’).

Inspirado no primeiro livro de Ness, chamado ‘O Motivo’ (ou em inglês, ‘The Knife of Never Letting Go‘), o filme mostra um futuro não muito distante, onde todas as mulheres desapareceram misteriosamente e todos os homens foram afetados pelo “ruído”, uma força desconhecida que deixa todos seus pensamentos audíveis. Todd Hewitt (Holland) encontra uma sobrevivente feminina, Viola (Ridley), e, ao perceber o perigo em que a jovem se encontra, ele luta para protegê-la e colocá-la em segurança. Para isso, será necessário controlar seu “poder” e desvendar os segredos sombrios que seu planeta e sua comunidade guardam.

E esse é o conceito mais interessante que ‘Mundo em Caos’ traz às telonas: o “ruído”, que faz com que todos possam ouvir – e até ver – tudo o que os homens estão pensando. O jeito que essa “habilidade” é proposta durante os 109 minutos de filme é dinâmica e notável, não atrapalhando o público na hora de entender se o personagem está pensando ou realmente falando. Até mesmo em cenas nas quais há um grupo imenso de pessoas “gritando”, é possível observar com facilidade o “ruído” e perceber o quão ele mais atrapalha do que ajuda.

Cena de 'Mundo em Caos' (2021). Imagem: Lionsgate/Divulgação
O “ruído” de Tom Holland, que é Todd Hewitt em ‘Mundo em Caos’. Imagem: Lionsgate/Divulgação

O protagonista Tom Holland, que vai deixar bem claro em todo o longa-metragem que o “nome dele é Todd Hewitt”, atua bem e passa emoção quando necessário. Claro, o papel em ‘Mundo em Caos’ não é tão forte ou maduro igual ao que o ator fez em ‘O Diabo de Cada Dia’, filme lançado pela Netflix em 2020, mas é essa leveza que o abrilhanta em cena, lembrando levemente o jovem Peter Parker nos novos filmes do ‘Homem-Aranha‘, porém melhor.

As cenas de “pensamentos ouvíveis”, e o fato do protagonista não conseguir controlá-los na presença da personagem de Ridley, são incríveis, caem bem na trama e de fato são engraçadas, muito pela dose certa do clichê “garoto conhece garota” utilizada pelo diretor Doug Liman, algo que ele fez também em ‘Sr. & Sra. Smith’ (2005) e ‘Jumper’ (2008).

Cena de 'Mundo em Caos' (2021). Imagem: Lionsgate/Divulgação
Para quem já foi a “heroína da galáxia”, Daisy Ridley não surpreende em ‘Mundo em Caos’. Imagem: Lionsgate/Divulgação

No entanto, a coprotagonista não surpreende em quase nada no filme. Reduzida a uma figura de “mocinha indefesa”, a atuação de Daisy Ridley é apática, sem esplendor algum e não empolga. Talvez soe um exagero, mas com muito menos tempo de tela em ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ (2017), a atriz se apresentou melhor e trouxe muito mais, em vários aspectos. Na produção da Lionsgate, ela tem apenas uma função como personagem, e é só isso. E venhamos e convenhamos: para quem já foi a protagonista de ‘Star Wars‘, o papel dado a Ridley aqui parece ter sido um desperdício de talento.

O que ajuda um pouco a atriz a ter certo destaque é o relacionamento dela com Holland. A dinâmica entre os dois cresce em ritmo natural e não forçado no filme, e o afobado interesse dele desde o início por “nunca ter visto uma garota” contrasta com o progresso do desejo dela em conhecer mais sobre a vida e história do personagem. Um ponto positivo – talvez um dos únicos – no afobado roteiro feito pelo próprio criador da história original junto a Christopher Ford, que já trabalhou com Holland quando escreveu o roteiro de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ (2017).

Cena de 'Mundo em Caos' (2021). Imagem: Lionsgate/Divulgação
Dinâmica entre a dupla Holland-Ridley funciona em ‘Mundo em Caos’, porém o ator “rouba a cena”. Imagem: Lionsgate/Divulgação

E não é que a história não seja boa e com personagens interessantes, pois ‘Mundo em Caos’ tem tudo isso e mais, todavia a trama tem um desenvolvimento fraco que enterra o sentimento de progressão da história. Ou seja, o longa exclama o tempo todo que é a introdução ou a “parte 1” de uma sequência que não sabemos se acontecerá ou não. Misturado com pouquíssima ação (talvez alguns resquícios no fim), a sensação é de que estamos, em cerca de duas horas, apenas conhecendo o contexto dos personagens que teríamos que nos apegar.

O que auxilia e dá um gás ao roteiro do filme é a clara experiência que a Lionsgate tem com filmes baseados em livros. Tal qual o “irmão mais velho” ‘Jogos Vorazes’, o ponto alto aqui é a fotografia e a trilha sonora, que estão sob os cuidados de Ben Seresin e da dupla Marco Beltrami e Brandon Roberts, respectivamente. Os três já trabalharam juntos em ‘Guerra Mundial Z’ (2013) e sabem encaixar bem a música com a imagem em uma produção.

Outro fator a ser elogiado são os efeitos especiais, tanto em criaturas extraterrestres ou em gigantes espaçonaves. Nesse quesito, cumpre-se os US$ 100 milhões investidos pela produtora.

Cena de 'Mundo em Caos' (2021). Imagem: Lionsgate/Divulgação
Demián Bichir e Kurt Sutter são um casal em ‘Mundo em Caos’ e, mesmo aparecendo pouco, conseguem emocionar. Imagem: Lionsgate/Divulgação

E há espaço de sobra também para boas atuações coadjuvantes em ‘Mundo em Caos’, visto que há nomes notáveis no elenco. Nick Jonas, por exemplo, aparece em poucas cenas, mas faz o tipo “bully e babacão estressado” muito bem, o destacando da atuação clichê em ‘Jumanji’ (2017) e mostrando a versatilidade do cantor em frente às câmeras, tal qual fez em ‘O Trote’ (2016).

Já Demián Bichir (‘Uma Vida Melhor’) e Kurt Sutter (‘Sons of Anarchy’) estão excelentes como os pais adotivos do personagem de Holland. Mesmo com pouco tempo em tela, os dois atores conseguem fazer com que o público simpatize com a situação de vida deles e o sentimento que ambos têm pelo protagonista, emocionando na medida certa como um casal.

Nick Jonas atua bem como o típico “babacão e bully”, mas tem poucas cenas em ‘Mundo em Caos’. Imagem: Lionsgate/Divulgação

E quanto a Mads Mikkelsen, que está ainda mais em alta na indústria após o sucesso de ‘Druk – Mais uma Rodada‘? Em ‘Mundo em Caos’, o ator dinamarquês não é tão amedrontador quanto parece (ou tenta ser) e atua de forma segura, tendo lá seus momentos de destaque, porém com previsibilidade até determinado momento do filme… e ainda sendo (bem) ofuscado pelo personagem de David Oyelowo.

Mads Mikkelsen em ‘Mundo em Caos’. Imagem: Lionsgate/Divulgação

No papel de Aaron “O Pregador”, o Martin Luther King de ‘Selma’ (2015) dá muito medo em toda cena que aparece e se mostra um personagem com um potencial absurdo para o desenrolar da história, mas que acaba se perdendo dentro do script. Mal explorado, Oyelowo cumpre o papel de empecilho aos protagonistas, mas sem ser o bom antagonista que poderia ser.

David Oyelowo como Aaron “o Pregador” é amedrontador em ‘Mundo em Caos’ e chama atenção por boa atuação. Imagem: Lionsgate/Divulgação

Vale a pena assistir ‘Mundo em Caos’?

Resumidamente, ‘Mundo em Caos’ é um bom filme, com um ótimo elenco e empolgante na premissa, contudo se perde na própria construção de roteiro. Apesar das tentativas de fazer algo original no gênero, a trama falha em deixar sua marca na ficção científica e soa o tempo todo como uma produção introdutória para uma saga que pode não ter mais capítulos.

Caso houver, a Lionsgate pode manter o mesmo nível de produção e talvez ser mais fidedigna ao material original – algo que a franquia ‘Jogos Vorazes’ fez muito bem na continuação ‘Em Chamas’ (2013)-, fazendo com que o universo de Ness seja devidamente expandido. Caso não, o filme será mais uma daquelas adaptações “flop” (termo em inglês para “fiasco”), com um gostinho de “é isso? O filme já acabou?” para toda a eternidade.

Cena de 'Mundo em Caos' (2021). Imagem: Lionsgate/Divulgação
‘Mundo em Caos’ tem pouca ação e soa muito como introdução a um universo que ainda continuará… se continuar, né?. Imagem: Lionsgate/Divulgação

Quer assistir ao filme? ‘Mundo em Caos’ chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de maio. Saiba mais detalhes com a sinopse oficial e o trailer logo abaixo:

Em um futuro não muito distante, em um mundo onde as mulheres desapareceram e os homens foram afetados pelo “ruído” – uma força que deixa seus pensamentos audíveis – Todd Hewitt (Tom Holland) encontra Viola (Daisy Ridley), uma jovem misteriosa que aterrissou em seu planeta. Com Viola correndo perigo, Todd jura protegê-la e colocá-la fora de perigo. Para salvá-la, Todd terá que controlar seu “ruído”, descobrir sua própria força e desvendar todos os segredos sombrios que seu planeta e sua comunidade guardam.

Do diretor de A Identidade Bourne (The Bourne Identity) e No Limite do Amanhã (Edge of Tomorrow), baseado no romance best-seller Mundo em Caos (The Knife of Never Letting Go) de Patrick Ness. Tom Holland e Daisy Ridley protagonizam junto com David Oyelowo, Nick Jonas, Mads Mikkelsen e Demián Bichir“.

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O Brasil registrou 1.024 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com números atualizados pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde neste domingo (9).

Confira os números atualizados no Brasil:

  • 1.024 óbitos nas últimas 24 horas;
  • 38.911 casos confirmados nas últimas 24 horas;
  • 422.340 mortes;
  • 15.184.790 casos confirmados.

De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 46,5 milhões de doses foram aplicadas até o momento no Brasil.

Desde que chegou ao país, o novo coronavírus se espalhou rapidamente. Em 16 de junho de 2020, menos de um mês depois de atingir um milhão de casos confirmados de covid-19, o Brasil registrou mais de dois milhões de infectados. Em 8 de julho, entretanto, um milhão de pessoas já haviam se recuperado da doença. Atualmente, o Brasil é o segundo país com mais mortes registradas pela covid-19, atrás apenas dos EUA.

Covid-19: situação no mundo

Segundo dados da Universidade Johns Hopkins, o novo coronavírus já infectou mais de 157,8 milhões de pessoas em todo o mundo. O marco é alcançado 16 meses após seu surgimento na cidade chinesa de Wuhan. O número de mortos por covid-19 no mundo já ultrapassou 3,2 milhões. Por outro lado, mais de 93,9 milhões de pessoas já se recuperaram da doença globalmente.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site de monitoramento automático do Diário Oficial da União (DOU) e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Com a ferramenta, é possível verificar todas as menções ao novo coronavírus no DOU.

Especializada em automação de monitoramento de informações governamentais, a startup atualiza automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente quanto às iniciativas do Legislativo. Todo o material disponível é gratuito e está dividido em duas categorias: “publicações na imprensa oficial” e “proposições legislativas”.

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Foi mais de um ano de espera para que os primeiros usuários de Android pudessem colocar as mãos no Clubhouse, plataforma de áudio que provocou um burburinho na internet quando foi lançada. Embora o app esteja em fase de teste e disponível apenas para os Estados Unidos, é um alento para quem ainda aguarda um convite para participar.

A partir de hoje, os usuários norte-americanos vão conseguir se inscrever e participar das salas de bate-papo, que ocorrem somente por áudio. A partir disso, a empresa planeja abrir gradativamente para outros países falantes da língua inglesa e, posteriormente, alcançar o resto do mundo.

“Nosso plano nas próximas semanas é coletar feedback da comunidade, corrigir quaisquer problemas que virmos e trabalhar para adicionar alguns recursos finais, como pagamentos e criação de clubes, antes de implementá-los de forma mais ampla”, disse a empresa em comunicado.

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Caso queira, você pode baixar o Clubhouse na Play Store para ser notificado quando o aplicativo estiver disponível na sua região. Porém, isso não garante o acesso à plataforma, pois ainda será necessário receber um convite de outro usuário para fazer parte do clubinho.

Ainda no comunicado, a empresa afirmou que essa estratégia faz parte “do esforço para manter o crescimento medido”. Afinal, ela cresceu mais rápido do que o esperado, o que causou falhas e interrupções no serviço. “Isso nos fez mudar nosso foco para contratação, conserto e construção de empresa, em vez de reuniões da comunidade e recursos de produto que normalmente gostamos de nos concentrar”, esclareceu.

Segundo o Clubhouse, até hoje existem milhões de usuários iOS que também aguardam sua vez para usarem o aplicativo. Além da fila de espera, a proposta do aplicativo levantou o interesse de outros players. O Twitter já lançou o Spaces, o Discord criou o Stage Channels e Facebook, Spotify, Slack, LinkedIn e Reddit estão em diferentes estágios no desenvolvimento de um recurso semelhante.

Via The Verge e blog do Clubhouse

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Elon Musk vive um fim de semana memorável. Após ser apresentador do SNL na noite de sábado (8), viu sua empresa SpaceX atingir mais um marco na madrugada de domingo: o décimo voo (e pouso) de seu foguete reutilizável Falcon 9.

“Primeira vez que um foguete Falcon alcançará o segundo dígito em voos”, tuitou Elon Musk no sábado à noite:

Com isso, a empresa californiana mostra sinais de que não vai diminuir o ritmo. Enquanto em 2020 foram lançados 26 foguetes, neste ano já foram 14 lançamentos.

A espaçonave decolou a partir da base da Força Espacial dos Estados Unidos, no Cabo Canaveral, às 3h42 da madrugada pelo horário de Brasília. Aproximadamente 9 minutos depois da decolagem, o foguete retornou para o solo. O objetivo era colocar em órbita mais 60 satélites Starlink, totalizando mais de 1,6 mil – o que inclui alguns equipamentos que já não estão mais funcionando.

Estamos mais próximos de ter oficialmente a internet de banda larga comercializada por Musk. Atualmente, o número de satélites Starlink em órbita ultrapassa a meta da SpaceX. Por isso, é provável haja a oferta do serviço de internet ainda neste ano. Atualmente, ele está em fase de teste com usuários ao redor do mundo e sendo ofertado para pré-venda mediante um depósito de US$99 pelo site. De acordo com a empresa, mais de 500 mil usuários se inscreveram.

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É o segundo lançamento bem-sucedido que a Falcon 9 fez em uma semana. Um esforço que, à parte do chamuscado na lataria, parece não afetar a espaçonave de 70 metros.

De suas 14 missões este ano, a Falcon 9 fez 11 voos para carregar satélites para a Starlink. Esse impulsionador, chamado de B1051, fez sua estreia em 2019, quando lançou uma cápsula não tripulada Crew na missão Demo-1 como parte de voos de teste para o programa comercial da Nasa.

Recentemente, a SpaceX celebrou o lançamento de sua terceira missão tripulada em menos de um ano, a Crew-2, enquanto comemorava também a volta dos tripulantes da missão Crew-1 da Estação Espacial Internacional.

Via Space.com

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A crise sanitária da Índia adquiriu mais um infeliz capítulo. O país, que foi o primeiro a registrar 400 mil novos casos de Covid-19 em um único dia, está vendo aumentar o número de casos de uma infecção rara e perigosa chamada de mucormicose ou também de “fungo negro” entre pacientes em recuperação e recuperados de coronavírus.

A doença, que tem uma taxa de mortalidade geral de 50%, tem atingido principalmente pacientes diabéticos de meia-idade. A maioria deles foi infectada pelo fungo nas duas semanas após se recuperarem da Covid-19.

Dos 40 pacientes atendidos pelo cirurgião ocular Akshay Nair, 11 tiveram um olho removido cirurgicamente. Já no Hospital Sion de Mumbai, que registrou 24 casos nos últimos dois meses, 11 pacientes removeram um olho enquanto outros seis morreram.

A remoção do olho (em alguns casos de ambos os olhos e de parte do osso da mandíbula) é preventiva para impedir que a infecção chegue ao cérebro. Porém, isso ocorre porque os pacientes buscam tratamento tardiamente, quando já estão perdendo a visão.

No entanto, o único tratamento eficaz contra a doença também é inacessível para muitos indianos. Trata-se de uma injeção antifúngica que deve ser administrada diariamente por até 8 semanas. A dose do medicamento custa 3,5 mil rúpias (R$ 250), o que pode totalizar até US$ 14 mil durante o período de tratamento.

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O que é mucormicose?

A mucormicose é uma doença que afeta os seios da face, o cérebro e os pulmões. Ela é provocada pela exposição a diversos organismos fúngicos na ordem Mucorales, como aqueles nos gêneros Rhizopus, Rhizomucor e Mucor, de acordo com o Manual MSD.

É um tipo de mofo observado em material orgânico em decomposição no solo. Embora esse fungo seja encontrado também entre pessoas saudáveis, ele pode provocar a morte em pacientes diabéticos ou imunocomprometidos – como pessoas com câncer ou HIV positivo.

Os sintomas da doença incluem nariz entupido e sangramento, inchaço e dos nos olhos, pálpebras caídas, visão turva e perda da visão. Também pode haver manchas pretas ao redor do nariz.

Acredita-se que a resposta para o aumento nas infecções esteja nos esteroides usados para o tratamento de COVID-19. Eles servem para reduzir a inflamação nos pulmões e eventuais danos ao sistema imunológico, porém reduzem a imunidade e aumentam os níveis de açúcar no sangue nos pacientes.

“O diabetes diminui as defesas imunológicas do corpo, o coronavírus o agrava e, em seguida, os esteroides que ajudam a combater a covid-19 agem como se estivéssemos jogando gasolina no fogo”, explicou Akshay Nair à BBC.

Para Rahul Baxi, diabetologista de Mumbai, é necessário garantir que os pacientes recebam a dose correta de esteroide durante o período adequado, além de que os médicos devem controlar os “níveis de açúcar no sangue após a alta dos pacientes”. Ela contou à BBC que dos cerca dos 800 pacientes diabéticos com coronavírus que tratou no ano passado nenhum contraiu a doença.

Surto de casos do “fungo negro”

De acordo com Renuka Bradoo, chefe do departamento de otorrinolaringologia do Hospital Sion de Mumbai, durante a segunda onda do novo coronavírus têm sido relatados de dois a três casos da infecção pelo fungo por semana. Normalmente, são registrados seis casos por ano.

Um cenário parecido pôde ser observado na cidade de Bengaluru, ao sul. A cirurgiã oftalmologista Raghuraj Hegde contou ter visto 19 casos de mucormicose nas últimas duas semanas, a maioria deles em pacientes jovens. “Alguns estavam tão doentes que não podíamos nem mesmo operá-los”, relatou à agência.

Porém, um funcionário do alto escalão do governo indiano, ouvido pela BBC, afirmou que “não há grande surto” de mucormicose no país. No entanto, assim como autoridades ressaltaram a subnotificação do número de casos de coronavírus no país, pode ocorrer o mesmo com a mucormicose.

Via BBC Brasil

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Serviços de streaming como Netflix e Disney+ estão em alta por oferecerem conteúdo de qualidade via web, mas os usuários de TVs Samsung também contam com uma opção de streaming gratuita. Estamos falando do Samsung TV Plus, a plataforma de canais de televisão ao vivo da companhia que vem integrada nas Smart TVs da marca.

Lançada no Brasil no final de 2020, a plataforma oferece canais de conteúdo para televisão via internet. O usuário não precisa ter uma antena receptora ou qualquer tipo de assinatura, apenas uma conexão web para conseguir reproduzir o conteúdo.

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A série Eu, a Patroa e as Crianças (My Wife and Kids, no original) fez um grande sucesso no Brasil por seu humor cotidiano e personagens naturalmente hilários. 

No elenco da produção estava George O. Gore II, interpretando Michael Richard Kyle Jr, ou apenas Junior, que cativou os espectadores com suas tramas envoltas nas descobertas da adolescência.

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Há diversos jogos de luta no mercado hoje em dia. Uns são sangrentos, outros frenéticos e alguns até bizarros, mas há uma série que basicamente trilhou o caminho para os games de porradaria 2D, e é a que vamos falar hoje.

Meus queridos, uma coisa posso afirmar: quem nunca fez um Hadouken no meio de uma brincadeira com os amigos não foi uma criança gamer. Vocês pediram, votaram e aqui está o do Pior ao Melhor da franquia Street Fighter. Aqui estão nossos critérios, prestem bastante atenção:

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Para conseguirmos montar este quebra cabeça teórico, primeiramente temos que entender o que seria o buraco de minhoca, além do óbvio de um túnel formado por distorções no espaço-tempo, mas pela semântica de cada propriedade.

O espaço é uma determinada posição material e o tempo uma sequência de transformações da matéria derivado de acontecimentos. O tempo é movimento e consequência e o espaço é um estado de posição. Não poderia ter espaço sem o tempo, nem o tempo sem o espaço.

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Aconteceu na noite de sábado (08) a tão esperada apresentação do bilionário Elon Musk no humorístico Saturday Night Live, na emissora NBC. Exercendo a sua vocação de showman, o dono da Tesla e da SpaceX iniciou sua participação no programa com um monólogo de nove minutos, no qual fez questão de se definir como “a primeira pessoa com Asperger a apresentar o SNL”.

Mantendo a pegada do humor característica do programa, ele emendou: “Ou então a primeira pessoa a admitir isso”. Falando dos sintomas da síndrome, ele continuou brincando: “Então não farei muito contato visual nesta noite com o elenco, mas não se preocupem, eu estou indo muito bem em executar ‘humano’ em modo de emulação”.

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