Pessoas bilionárias existem há décadas, tendo o primeiro do mundo, o magnata do petróleo John D. Rockefeller, em 1916. Agora, a startup Tipalti Approve comparou os patrimônios líquidos por ano das 30 pessoas mais ricas de 2017 até os dias atuais. O objetivo era estimar em quanto tempo cada um deles chegará a um trilhão de dólares na conta e quem ocupa o primeiro lugar de pessoa mais rica do mundo é Elon Musk.

O patrimônio líquido estimado do fundador da Tesla e SpaceX foi em US$ 263 bilhões (R$ 1,6 trilhão pela cotação atual) até janeiro de 2022, segundo a Forbes. Desde 2017, a fortuna de Musk aumentou numa média anual de 129%, o que quer dizer que ele levaria apenas dois anos para ser o primeiro na casa dos trilionários, chegando a uma carteira de US$ 1,38 trilhão (R$ 8,7 trilhões) até 2024, aos 52 anos de idade.

Imagem: Creative Commons – Flickr

O segundo lugar é do Gautam Adani, presidente do Adani Group, a empresa gigante indiana de commodities e estrutura como minas de carvão, portos e usinas de energia. Já o terceiro lugar é de Zhang Yiming, fundador da ByteDance, que é dona do TikTok.

Jeff Bezos, ex-CEO da Amazon aparece na lista na sexta posição. Por mais que tenha seus atuais US$ 188 bilhões (R$ 1,1 trilhão) na conta, a estimativa é que só chegue ao trilhão em 2030. A Tipalti calculou a taxa média anual de crescimento de cada um nos últimos seis anos e a utilizou para prever seus próximos 30 anos. Ou seja, ele alcançou cerca de US$ 100 bilhões (R$ 637 bilhões) em julho de 2017 e não chegou a dobrar sua fortuna.

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Do total das 30 pessoas mais ricas do mundo, foram retirados da lista quem não tinha um mínimo de cinco anos de dados e não fornecia informações suficientes para calcular uma taxa média anual de crescimento. Confira o top 10 completo abaixo.

  1. Elon Musk (Tesla, atuais US$ 263 bilhões, ou R$ 1,6 trilhão): 2024, aos 52 anos
  2. Gautam Adani e família (Adani, atuais US$ 93 bilhões, ou R$ 592 bilhões): 2025, aos 62 anos
  3. Zhang Yiming (ByteDance, atuais US$ 59 bilhões, ou R$ 376 bilhões): 2026, aos 42 anos
  4. Bernard Arnault (LVMH, atuais US$ 186 bilhões, ou R$ 1,2 trilhão): 2029, aos 79 anos
  5. Mukesh Ambani (Reliance Industries, atuais US$ 97 bilhões, ou R$ 618 bilhões): 2029, aos 71 anos
  6. Jeff Bezos (ex-Amazon, atuais US$ 188 bilhões, ou R$ 1,1 trilhão): 2030, aos 65 anos
  7. Larry Page (Google, atuais US$ 119 bilhões, ou R$ 758 bilhões): 2032, aos 58 anos
  8. Sergey Brin (Google, atuais US$ 115 bilhões, ou R$ 732 bilhões): 2032, aos 58 anos
  9. Steve Ballmer (ex-Microsoft, atuais US$ 99 bilhões, ou R$ 630 bilhões): 2032, aos 75 anos
  10. Michael Dell (Dell, atuais US$ 60 bilhões, ou R$ 382 bilhões): 2033, aos 67 anos

Fonte: Approve

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Nesta quarta-feira (30), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou – emergencialmente – o medicamento da Pfizer para tratamento da Covid-19, com o nome de “Paxlovid”. A decisão foi de forma unânime pela Diretoria Colegiada (Dicol) do órgão.

O medicamento é para pacientes adultos que não estejam fazendo uso de oxigênio e tenham o risco de progredir para quadro grave da doença. O Paxlovid pode ser comprado em farmácia com receita médica e a indicação é de que seja utilizado por até cinco dias, sendo uma pílula que reúne as substâncias nirmatrelvir e ritonavir.

Segundo o órgão, medicamento contra a Covid-19 não é indicado para grávidas, pessoas com insuficiência renal grave ou com falha renal e nem para pessoas que precisam ser internadas.

“Reitero que a vacinação continua sendo a melhor estratégia para evitar a Covid-19, as hospitalizações e os óbitos”, disse a diretora Meiruze Freitas. A pílula havia sido autorizada de forma emergencial por outras agências regulatórias nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, México, Europa, China, Austrália e Japão.

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Além disso, a Anvisa já autorizou oito medicamentos para tratamento da doença e do total, três foram suspensos. O Ministério da Saúde ainda não incorporou nenhum no Sistema Único de Saúde (SUS), mas nesta quarta-feira (30), a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) permitiu a incorporação do medicamento baricitinibe no SUS.

O uso do tratamento na rede pública depende da decisão final do Ministério da Saúde. Neste, a indicação é para uso em pacientes adultos que estejam internados e usem oxigênio ou ventilação não invasiva.

Fonte: O Globo

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Seja para aqueles que não comem carne, seja para os que desejam diminuir o consumo ou, simplesmente, para quem gosta de provar novos sabores, existem diversas opções de alimentos alternativos no mercado. 

Até pouco tempo atrás, as opções para esse público eram limitadas, principalmente, ao uso de proteína de soja. No entanto, com a adesão cada vez maior de pessoas a uma dieta livre de crueldade animal, a indústria alimentícia vem se dedicando a procurar formas saudáveis e saborosas de atendê-las.

existe uma grande variedade de produtos vegetarianos e veganos alternativos à carne, mas um cientista suíço desenvolveu um método mais saudável para a obtenção de carnes à base de plantes. Imagem: Antonina Vlasova – Shutterstock

O que não falta são salsichas, linguiças e hambúrgueres vegetarianos ou veganos nos supermercados, restaurantes e lanchonetes pelo mundo. E os ingredientes vegetais básicos variam. Aqui no Brasil mesmo, você pode encontrar linguiça de inhame, salsicha de cogumelos, hambúrguer de ervilha… e por aí afora. E não precisa fazer cara de nojo ou deboche: grande parte desses produtos são realmente deliciosos!

Por falar em ervilha, essa é uma das leguminosas mais utilizadas na produção de alimentos alternativos à carne. Com baixo índice glicêmico, ela tem em sua composição antioxidantes, fibras, ômega 3, proteínas, vitaminas A, C, E, K e do complexo B, e minerais, como cálcio, cobre, ferro, fósforo, magnésio, potássio e zinco.

Químico usa ervilha para criar um bife quase idêntico à carne

A grande novidade é que um químico suíço, doutorando em engenharia de materiais, resolveu utilizar a ervilha como ingrediente principal de um bife que tem aparência de carne, textura de carne e sabor de carne, mas… não é carne.

Filho de uma bioquímica com um botânico (ou seja, praticamente um predestinado à ciência natural), Martin Hofmann, pesquisador do Instituto Federal de Tecnologia (ETH) de Zurique, se encaixa no grupo de pessoas que, sim, comem carne, mas buscam constantemente formas de diminuir o consumo. E, talvez por influência da família, resolveu se dedicar a pesquisas no ramo.

Bife vegetal feito de proteína de ervilha e gordura. Imagem: Martin Hofmann / ETH Zurique

Para sua tese de doutorado, ele desenvolveu um método para produzir alternativas de carne à base de plantas de alta qualidade. Sua pesquisa sobre as propriedades de fluxo de materiais macios o levou a criar um bife vegetal que imita características físicas de bifes animais, a partir de gordura e proteína de ervilha.

“Eu gostaria de ajudar a lançar um substituto saudável, ambiental e favorável aos animais para carne de alta qualidade que tem o mesmo gosto do original à base de animais”, diz Hofmann.

Hofmann, que estudou química e ciência dos materiais na Escola Politécnica Federal de Lausanne (EPFL), e, para seu doutorado, juntou-se a Jan Vermant, professor de Materiais Macios na ETH Zurique, onde estudou as propriedades de fluxo e o comportamento de mistura de emulsões. 

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Ele foi capaz de demonstrar que é possível controlar camadas muito finas de óleo e água à medida que passam por si mesmas, a fim de produzir uma emulsão consistentemente estruturada. Logo Hofmann percebeu que o método poderia ser usado para recriar artificialmente a textura da carne. No entanto, ciente de que seria necessário um trabalho árduo. “A natureza demorou para criar tecido muscular bovino. Recriá-lo requer muita pesquisa”.

O pesquisador explica que a única maneira de dar a um alimento alternativo à base de plantas uma sensação de carne é por meio da engenharia bioquímica de sua estrutura proteica para emular a carne. 

Como é o método criado por Hofmann

Hofmann processa a proteína de ervilha em laboratório, juntamente com sabores e especiarias, para replicar a estrutura fibrosa de sua contraparte animal. Para isso, a massa proteica é forçada a um acessório especialmente projetado enquanto as fibras de cenoura, ervilha e trigo picadas são misturadas com alguns óleos e água.

Segundo o cientista, uma vez que o teor de gordura da emulsão pode ser reduzido significativamente, o bife à base de plantas não é apenas mais ecológico do que o original de base animal, mas também mais saudável.

O aspecto marmorizado é uma importante característica de qualidade dos bifes. Se for muito forte — como na carne japonesa kobe — a carne é considerada da mais alta qualidade. No entanto, recriar artificialmente essa característica não é simples.

“Você tem que imitar algo altamente irregular. Porque quando olhamos para metade de um bife, ele não nos diz nada sobre como a outra metade se parece”, explica Hofmann. Somente produtos que levem em conta a aleatoriedade da natureza podem replicar o sabor único e a sensação bucal do bife.

Com base em sua pesquisa sobre o comportamento de mistura de materiais macios, Hofmann desenvolveu um método pelo qual a proteína e a gordura da ervilha são misturadas para recriar o marmoreio típico da carne de alta qualidade. Ele chama esse método de “processamento advectivo”. Ao contrário das técnicas convencionais de impressão 3D, este método força continuamente a massa proteica e a gordura em um acessório e as mistura.

Para esse processo, Hofmann combina dois componentes. Uma matriz de extrusão para a proteína da ervilha e outra para a gordura, além do próprio software criado por ele para controlar o processo de fusão.

Agora, a intenção de Hofmann é apresentar o método a empresas alimentícias, com o objetivo de fazer com que elas sejam capazes de produzir alternativas autênticas à base de plantas para carne de alta qualidade com sua tecnologia de produção.

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Se você está curioso para assistir à mais nova série do Disney+, “Cavaleiro da Lua”, lançada nesta quarta-feira (30), saiba que há motivos bem especiais para seus olhares se fixarem na nova saga da Marvel: a criação dos cenários em 3D contou com a participação de brasileiros, tendo o artista 3D Rodrigo Albano como Lead Environment na equipe da Monsters Aliens Robots Zombies VFX, empresa canadense que tem contrato com várias produtoras de filmes e séries. 

No portfólio, estão inúmeras produções de sucesso. Entre elas, Spider Man, Resident Evil, The Walking Dead, Invasion, entre muitas outras. 

Em suas redes sociais, Albano fez um agradecimento aos demais brasileiros que compõem a equipe e também ao seu braço direito. 

“Tenho meus amigos brasileiros que são da equipe de VFX e estiveram diretamente neste projeto: Chrystie Lira Nascimento e Rodrigo de Angelis e tenho meu braço direito na equipe de Environment que é o Dmitry!”, escreveu em tom de emoção. 

Do interior de São Paulo para o mundo 

Rodrigo começou a trajetória de sucesso trabalhando com projetos de arquitetura em sua cidade natal, Aparecida, situada no Vale do Paraíba, interior de São Paulo. 

Sempre buscando se aprimorar nos conhecimentos em 3D, Albano alçou voos maiores e encontrou em São José dos Campos, polo aeroespacial, o cenário perfeito para suas criações. 

Fez parte da equipe de design do estúdio da Embraer, trabalhando cenários que integravam os ambientes das aeronaves, assim como em sua empresa Dream Maker, responsável pela produção de vídeos 3D por aproximadamente 10 anos para a fabricante de aeronaves. Um dos projetos de grande repercussão foi do KC-390, que integra a Força Aérea Brasileira.  

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Houdini é essencial para trabalhar com 3D e VFX

Sempre estudando e atualmente se dedicando exclusivamente ao software Houdini, essencial para quem quer trabalhar com a criação de cenários para filmes e séries, Rodrigo entrou há sete meses na Monsters Aliens Robots Zombies, onde está tendo as melhores experiências de sua vida profissional. 

A partir do segundo episódio de “Cavaleiro da Lua”, o público poderá conferir alguns cenários que tiveram sua participação, transmitida pela Disney+. 

“A minha função na empresa é cuidar para que tudo corra bem com os cenários para que não passe problemas para outros departamentos. Digo que estou em um dos momentos mais incríveis da minha carreira. O atual momento é a soma de vários anos, networking e como sempre em minha vida, é um momento de estudar e aprender mais dentro da oportunidade que me foi dada”, afirmou em entrevista ao Olhar Digital. 

De olho no sucesso 

Se você é fã de Houdini e sonha em trabalhar em grandes produções cinematográficas, como está acontecendo com o brasileiro Rodrigo Albano, a dica é se aprimorar nos conhecimentos, como ele fez ao longo dos seus 23 anos de carreira.  

Rodrigo Albano, natural de Aparecida, no interior de São Paulo, integra equipe que criou cenários em 3D da série Cavaleiro da Lua. Imagem: Arquivo Pessoal

“Estudei e estudo muito, procuro não me deixar estagnar, sempre quando me sentia parado, procurava fazer algo novo. Eu também aprendo muito quando dou mentorias em Houdini, pois aprendo muito com as dúvidas dos meus alunos”. 

Se você quiser aprender esse software fundamental para criação de cenários, Albano revela que suas mentorias acontecem mensalmente, com quatro aulas de duas horas cada. 

“Normalmente, a pessoa me procura e conversamos e, a partir dessa conversa, nós vamos começar a pensar no que pode ser ensinado”. Você pode conferir trabalhos do artista 3D neste site

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Após dar explicações ao Procon-SP sobre a retirada de uma vaga de emprego para negros e indígenas da plataforma, o LinkedIn anunciou uma mudança em sua política interna nesta quarta-feira (30).

A rede social vai passar a aceitar a divulgação de anúncios de emprego que demonstram preferência por certas características, como idade, gênero, raça ou etnia, por exemplo.

“No Brasil, agora são permitidas vagas afirmativas, inclusive para pessoas negras e indígenas”, diz o comunicado da empresa.

Entenda o caso

Imagem mostra o logotipo do LinkedIn aberto em uma página web; uma lupa está posicionada em cima do logotipo, aumentando seu tamanho
LinkedIn vai passar a aceitar a divulgação de anúncios de emprego que demonstram preferência por características, como idade, gênero, raça ou etnia. Imagem: IB Photography/Shutterstock

Na semana passada, como mencionado antes, o LinkedIn tirou do ar um anúncio de uma vaga com preferência para candidatos negros e indígenas.

Em sua defesa, a empresa declarou que as vagas de emprego não devem especificar “preferências ou requisitos relacionados a características individuais”.

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A rede social anunciou que mudou o seu posicionamento motivada pelos questionamentos recebidos de órgãos públicos e usuários brasileiros.

“Atualizamos nossa política global de anúncios de vagas para permitir a divulgação de publicações que expressam preferência por profissionais de grupos historicamente desfavorecidos na contratação em países onde esta prática é considerada legal”, diz o LinkedIn.

“No Brasil, agora são permitidas vagas afirmativas, inclusive para pessoas negras e indígenas. Agradecemos o feedback que recebemos da nossa comunidade no Brasil. Fazer a coisa certa é importante e estamos comprometidos em continuar aprendendo e melhorando”, acrescenta o comunicado da empresa.

Outras empresas apoiaram a decisão

Gigantes como a Magazine Luiza, o banco digital NuBank e o Ifood apoiaram a novidade: “Recebemos com muita satisfação o posicionamento do LinkedIn sobre a atualização de sua política global de anúncios de empregos”.

A Natura também comemorou a decisão em nota divulgada pelo LinkedIn: “Em um mundo ainda profundamente marcado pela injustiça social, é dessa sensibilidade e coragem que precisamos para efetivar as transformações necessárias que ampliem o acesso de populações historicamente excluídas do mercado de trabalho”.

Via: Agência Brasil

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A GeForce RTX 2060, mais do que sua antecessora, revolucionou as placas de vídeo abaixo dos segmentos topo de linha. Além de mirar no custo-benefício, mesmo tendo um preço mais elevado por causa das atuais condições de mercado, a GPU se destaca por ser compatível com todas as tecnologias da nova arquitetura Turing, como Ray Tracing e DLSS.

Por já se tratar de um modelo com funcionalidades mais modernas e ainda com um preço aceitável para o contexto atual, o Tecmundo preparou uma análise para situar a placa no mercado atualmente, avaliando se a GPU ainda pode ser uma boa compra.

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A 2ª temporada de Bridgerton já está disponível na Netflix e trouxe novos rumos para a trama desse sucesso da plataforma, principalmente envolvendo o jovem Anthony e o seu romance.

Além disso, Lady Whistledown, Benedict e o futuro da família Bridgerton ainda estão incertos ao fim dessa nova fase.

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A partir da quinta-feira (31), o governo federal irá disponibilizar um novo recurso aos contribuintes brasileiros: uma ferramenta para fazer a avaliação do serviço digital prestado pela Receita Federal no acolhimento do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Através da aplicação, será possível, por exemplo, dar opiniões e sugestões sobre as funcionalidades do serviço, no ato de declarar o imposto.

Conforme o Ministério da Economia, a iniciativa tem como objetivo ouvir os contribuintes a respeito de sua experiência com os serviços digitais da Receita Federal, para aprimoramentos e futuras modificações. Segundo comunicado divulgado pela pasta, “o serviço só pode ser avaliado assim que for utilizado. Não será possível, por exemplo, realizar a avaliação dias depois da entrega da declaração”. 

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A atual guerra entre Rússia e Ucrânia não tem precedentes e tem gerado uma preocupação geral sobre o aumento dos ataques cibernéticos em uma escala nunca antes vista. Uma série de novos movimentos ocorrem diariamente e não há como prevermos o que vai acontecer a seguir – ou até mesmo quais serão os impactos que estes ataques e invasões cibernéticas causarão nos ambientes governamentais e corporativos das empresas a nível global.

E esta preocupação não decorre apenas das ações da Rússia e da Ucrânia, tanto no ambiente físico quanto no cibernético, mas também do que já é de conhecimento de muitos: cibercriminosos, hacktivistas e vândalos também prosperam em tempos de caos e incertezas como este.

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O TecMundo em parceria com a Remotar , traz uma curadoria de vagas nas áreas de Tecnologia, Marketing, Vendas, RH e muito mais para quem busca trabalho 100% remoto. As empresas selecionadas oferecem salário competitivo e diversos benefícios. Confira!

Sobre a empresa: a Lastlink ajuda criadores de conteúdo a monetizar seus canais através de uma plataforma integrada. Trata-se de uma empresa remote first, em amplo crescimento, que oferece benefícios como auxílio home-office, vale cultura e cuidados com saúde e bem-estar, VR ou VA, entre outros. 

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