A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (29) um novo medicamento para o tratamento de infecções pelo vírus HIV. O medicamento em questão é uma combinação de duas substâncias, a lamivudina e o dolutegravir sódico, em um só comprimido, que foi batizado de Dovato.

Segundo a agência, a aprovação é sinal de um avanço importante no tratamento do vírus da Aids, já que reúne dois poderosos medicamentos antirretrovirais em uma única dose diária. A possibilidade de doses únicas simplifica o tratamento e a adesão de pacientes”, informou a Anvisa, em nota enviada à imprensa.

O papel do novo medicamento

Segundo a bula do novo medicamento, o Dovato reduz a quantidade do vírus HIV no organismo dos pacientes, mantendo um nível relativamente baixo. Outro efeito do composto é promover o aumento da contagem das células CD4, que têm um papel importante no combate às chamadas infecções oportunistas.

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O novo medicamento será indicado como um complemento para o tratamento do vírus da imunodeficiência humana do tipo 1 (HIV-1) em adultos e adolescentes maiores de 12 anos e que pesem pelo menos 40 quilos. Além disso, as pessoas também não podem ter passado por um tratamento antirretroviral anterior.

Produção será da GSK

Sede da farmacêutica GKS
Dovato será produzido pelo laboratório britânico GSK. Crédito: GSK/Divulgação

A bula também recomenda o uso do novo medicamento para substituir o regime antirretroviral usado atualmente em pessoas que passam por uma condição de supressão virológica. O Dovato será produzido pelo laboratório GlaxoSmithKline Brasil Ltda, conhecido popularmente como GSK.

De acordo com a Anvisa, o laboratório britânico apresentou estudos de eficácia e segurança com base em dados que sustentam as indicações que foram autorizadas. A versão na íntegra da Bula do Dovato foi disponibilizada no site da Anvisa.

Via: Agência Brasil

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Quando tudo parecia finalmente caminhar para um cenário de normalidade e superação da pandemia da Covid-19, o surgimento de uma nova variante fez com que alguns fantasmas voltassem à tona para muitos de nós. A variante Ômicron fez com que um cenário de otimismo voltasse a um estado de alerta.

Além de deixar o mundo com medo novamente, a variante Ômicron reacendeu discussões sobre a distribuição global das vacinas contra a Covid-19. Acontece que a nova cepa surgiu na África, que é proporcionalmente o continente menos vacinado entre os cinco continentes e a Antártica.

Para muitos leigos e até mesmo alguns especialistas, o surgimento da nova cepa está diretamente ligado aos baixos níveis de vacinação nos países da África e em nações em desenvolvimento de outros continentes. Mas essa relação realmente tem sentido? Qual o papel da vacinação no surgimento de novas variantes?

Afinal, de quem é a culpa?

Segundo a pesquisadora do Instituto Peter Doherty de Infectologia e Imunização, da Universidade de Melbourne, na Austrália, Jennifer Juno, ainda não está claro se existe qualquer relação entre a vacinação e novas variantes. De acordo com Juno, existem dois fatores que podem levar ao surgimento de novas cepas.

Juno defende que a baixa cobertura vacinal pode aumentar o risco de novas variantes, permitindo a transmissão dentro de uma determinada comunidade. Isso acontece porque a alta replicação viral e a transmissão de pessoa para pessoa dão mais chances ao vírus para sofrer mutações.

Na contramão disso, à medida que as taxas de vacinação aumentam, os únicos vírus capazes de infectar as pessoas são as novas variantes, como é o caso da Ômicron. Isso acontece porque elas escapam, mesmo que de forma parcial, da proteção fornecida pela vacinação.

A importância da vacinação

homem sendo vacinado
A vacinação é o único método conhecido até o momento para proteger contra o vírus e suas variantes. Imagem: Shutterstock

Para o pesquisador do Departamento de Microbiologia e Imunologia da Universidade de Melbourne, Adam Wheatley, esse cenário pode exigir esforços contínuos de vigilância global e o desenvolvimento de novas vacinas para manter o vírus sob controle, algo parecido com o que acontece com a gripe.

Segundo Wheatley, apesar de a região da África Austral, onde a Ômicron foi relatada inicialmente e sequenciada geneticamente ter uma baixa cobertura vacinal, esse não é o principal motivo para o surgimento da cepa.

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De acordo com o pesquisador, as mutações extensas da variante são consistentes com as mudanças que o vírus tem sofrido ao longo de um período prolongado de tempo. Para ele e Jennifer Juno, a replicação do vírus em pessoas com o sistema imunológico comprometido tem uma “culpa” maior no surgimento da Ômicron.

Porém, os pesquisadores defendem que é necessário adotar um esforço global para que a vacinação seja igualitária em todos os lugares do mundo. Uma alta cobertura vacinal em nível global protegerá as pessoas imunocomprometidas e diminuirá as chances de que variantes como a Ômicron se espalhem rapidamente.

Via: The Conversation

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Milhares de assentamentos humanos ilegais representam uma ameaça real para a continuidade da existência de uma população de elefantes na Etiópia, na África Oriental, segundo uma análise feita com base em imagens de satélite do Santuário de Elefantes de Babile, no leste do país.

Elefante de savana africana no santuário de elefantes de Babile. Imagem: E. Greengrass via Phys

Pesquisadores da Escola de Geografia e Meio Ambiente da Universidade de Oxford e da Fundação Born Free, entidade internacional de proteção da vida selvagem, descobriram que de 2006 a 2017, o número de casas ilegais no santuário subiu de 18 mil para mais de 50 mil. Destas, cerca de 32 mil foram construídas exatamente na área de distribuição dos elefantes.

De acordo com o estudo, que foi aceito para publicação no periódico Oryx – The International Journal of Conservation, a menos que a integridade do santuário possa ser restaurada e as questões de segurança e pobreza sejam resolvidas, os elefantes serão dizimados em pouco tempo. 

Restam apenas 250 elefantes no santuário

Segundo a pesquisa, o santuário é o lar de elefantes africanos da Savana no nordeste da África – uma das únicas seis populações reconhecidas na Etiópia.

De acordo com o site Phys, a população humana do país agora é de mais de 110 milhões, e há uma escassez crônica de terras e uma alta demanda por recursos naturais.

Estudos anteriores descobriram que a integridade e a eficácia de muitas áreas protegidas da Etiópia estão sendo comprometidas pelo aumento das pressões relacionadas ao homem, ao apoio governamental inadequado e ao conflito civil.

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“A situação no Santuário de Elefantes de Babile é crítica. Agora restam apenas cerca de 250 deles. Sem a rápida resolução de muitos problemas humanos que colocam pressão sobre eles, é difícil prever um futuro em que essa população de elefantes sobreviva”, disse Emily Neil, estudante de pós-graduação da Escola de Geografia e Meio Ambiente de Oxford que fez parte do estudo.

Entre 2015 e 2019, a Fundação Born Free conduziu um projeto de campo no santuário, mobilizando oficiais da Autoridade de Conservação da Vida Selvagem da Etiópia para realizar o monitoramento diário da população de elefantes. 

Isso ajudou os pesquisadores a entender melhor o alcance desses animais e estabeleceu que, além da caça furtiva, o conflito homem-elefante é uma causa significativa de mortalidade da espécie.

Em um contexto de crescente população humana rural dependente de recursos naturais escassos, instabilidade civil crônica, pobreza e insegurança alimentar, a equipe acredita que esses desafios devem ser enfrentados em conjunto com a segurança no santuário.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta nesta segunda-feira (29) em relação aos potenciais riscos impostos pela variante Ômicron do vírus da Covid-19. De acordo com a organização, a nova variante apresenta alto risco de novos surtos de infecção pela doença.

A OMS advertiu as 194 nações afiliadas de que a variante Ômicron pode causar um novo surto de Covid-19 com consequências severas. Contudo, a organização ressaltou que nenhuma morte foi registrada até o momento em decorrência da nova cepa.

EUA estão ‘tranquilos’

Na contramão da preocupação crescente ao redor do mundo com a nova variante do Sars-CoV-2, o presidente dos EUA, Joe Biden, buscou tranquilizar a população sobre a nova cepa. Segundo o mandatário, a variante Ômicron chegará ao país cedo ou tarde, e que a melhor proteção é a vacinação.

Com a aproximação do inverno no Hemisfério Norte, a Casa Branca, que começa no próximo dia 21 de dezembro, a Casa Branca anunciou que divulgará uma nova estratégia para lidar com a pandemia e suas novas variantes durante a estação mais fria do ano.

Sem lockdowns

O infectologista Anthony Fauci
Conselheiro do governo estadunidense, o infectologista Anthony Fauci declarou que a variante Ômicron deve se espalhar rapidamente no país. Crédito: Noel St. John/Northwestern University

Segundo Biden, inicialmente, o plano não inclui medidas restritivas à circulação de pessoas ou contenção de aglomerações nos EUA. “Se as pessoas estiverem vacinadas e usarem máscaras, não há necessidade de novo lockdown”, declarou o democrata.

Contudo, Joe Biden ressaltou que ainda deve demorar algumas semanas até que a eficácia das vacinas contra a variante Ômicron seja comprovada. Para o infectologista e conselheiro do governo dos EUA, Anthony Fauci, é inevitável que a cepa se espalhe amplamente pelo país.

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Projeções apontam que a variante Ômicron deve ultrapassar 10 mil casos nesta semana. Para efeito de comparação, na semana passada foram 300 casos, segundo informações do infectologista Salim Abdool Karim, que trabalha no combate à Covid-19 na África do Sul.

Via: Agência Brasil

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Câmeras de tamanho ultrapequeno têm grande potencial para detecção de problemas no corpo humano por nanorrobôs, mas os equipamentos conhecidos até agora capturavam imagens distorcidas e confusas, com campos de visão limitados. 

Pesquisadores da Universidade de Princeton (PU) e da Universidade de Washington (UW) superaram esses obstáculos e foram capazes de criar uma câmera compacta do tamanho de um grão de sal grosso, dotada de um sistema denominado nano-óptica neural.

Nanocâmera do tamanho de um grão de sal grosso promete imagens coloridas com nitidez nunca antes alcançada. Imagem: images72 – Shutterstock

De acordo com o artigo científico publicado na revista Nature Communications nesta segunda-feira (29), o novo sistema pode produzir imagens nítidas e coloridas no mesmo nível de uma lente de câmera composta convencional 500 mil vezes maior em volume.

Habilitado por um design conjunto de hardware da câmera e processamento computacional, o sistema pode permitir uma endoscopia minimamente invasiva com nanorrobôs para diagnosticar e tratar doenças. 

Metassuperfície de ondas ópticas trabalha com algoritmos de aprendizado de máquina

Enquanto uma câmera tradicional usa uma série de lentes curvas de vidro ou plástico para direcionar os raios de luz para o foco, esse novo sistema óptico se baseia em uma tecnologia chamada metassuperfície, que pode ser produzida como um chip de computador.

Com apenas meio milímetro de largura, a metassuperfície é cravejada de 1,6 milhão de pinos cilíndricos, cada um com aproximadamente o tamanho do vírus da imunodeficiência humana (HIV).

Cada pino tem uma geometria única e funciona como uma antena óptica. Segundo o estudo, é necessário variar o design de cada coluna para dar forma correta a toda a frente de onda óptica. 

Com a ajuda de algoritmos baseados em aprendizado de máquina, as interações das colunas com a luz se combinam para produzir imagens da mais alta qualidade e o mais amplo campo de visão para uma câmera metassuperfície colorida desenvolvida até hoje.

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Uma inovação importante na criação da câmera foi o design integrado da superfície óptica e os algoritmos de processamento de sinal que produzem a imagem. “Isso aumentou o desempenho do equipamento em condições de luz natural, em contraste com as câmeras metassuperfície anteriores que exigiam luz laser pura de um laboratório ou outras condições ideais para produzir imagens de alta qualidade”, disse Felix Heide, autor sênior do estudo e professor assistente de computação ciência em Princeton.

A equipe liderada por Heide comparou as imagens produzidas com seu sistema com os resultados de câmeras anteriores de metassuperfície, bem como imagens capturadas por uma óptica composta convencional que usa uma série de seis lentes refrativas. 

Além de um pouco de desfoque nas bordas do quadro, as imagens da câmera de tamanho nano eram comparáveis ​​às da configuração de lente tradicional, que é mais de 500 mil vezes maior em volume.

Câmeras ultrapequenas anteriores geravam distorção de imagens

Outras lentes metassuperfície ultracompactas sofreram grandes distorções de imagem, pequenos campos de visão e capacidade limitada de capturar todo o espectro de luz visível – referido como imagem RGB porque combina vermelho, verde e azul para produzir tons diferentes.

Câmeras micro-dimensionadas anteriores capturavam imagens distorcidas e difusas com campos de visão limitados (à esquerda). Um novo sistema denominado nano-óptica neural (à direita) pode produzir imagens nítidas e coloridas no mesmo nível de uma lente de câmera composta convencional. Imagem: Universidade de Princeton

“Tem sido um desafio projetar e configurar essas pequenas microestruturas”, disse Ethan Tseng, estudante de Ph.D. em ciência da computação de Princeton que coliderou o estudo junto com Heide. “Para esta tarefa específica de capturar imagens RGB de grande campo de visão, é um desafio porque existem milhões dessas pequenas microestruturas e não está claro como projetá-las de maneira ideal”.

Shane Colburn, Ph.D. em engenharia elétrica pela Universidade de Washington, onde hoje é professor assistente afiliado, também é coautor da pesquisa. Ele enfrentou esse desafio criando um simulador computacional para automatizar o teste de diferentes configurações de nanoantenas. 

“Por causa do número de antenas e da complexidade de suas interações com a luz, esse tipo de simulação pode usar grandes quantidades de memória e tempo”, disse Colburn, que desenvolveu um modelo para aproximar com eficiência as capacidades de produção de imagens das metassuperfícies com precisão suficiente.

James Whitehead, estudante de Ph.D. em ciência da computação da UW, outro coautor do estudo, fabricou as metassuperfícies, que são baseadas em nitreto de silício, um material semelhante ao vidro que é compatível com os métodos de fabricação de semicondutores padrão usados ​​para chips de computador – o que significa que um determinado projeto de metassuperfície poderia ser facilmente produzido em massa a um custo menor do que as lentes em câmeras convencionais.

“Embora a abordagem do design óptico não seja nova, este é o primeiro sistema que usa uma tecnologia óptica de superfície no front end e processamento baseado em neural na parte traseira”, disse Joseph Mait, consultor da Mait-Optik e ex-pesquisador sênior do Laboratório de Pesquisa do Exército dos EUA.

“A importância do trabalho publicado é completar a tarefa hercúlea de projetar em conjunto o tamanho, a forma e a localização dos milhões de recursos da metassuperfície e os parâmetros do processamento pós-detecção para atingir o desempenho de imagem desejado”, acrescentou Mait, que não tem relação com o estudo.

A equipe agora estão trabalhando para adicionar mais habilidades computacionais à própria câmera. Além de otimizar a qualidade da imagem, eles gostariam de adicionar recursos para detecção de objetos e outras modalidades de detecção relevantes para medicina e robótica.

Heide também prevê o uso de imageadores ultracompactos para criar superfícies com sensores. “Poderíamos transformar superfícies individuais em câmeras com resolução ultra-alta, para que não fossem mais necessárias mais de três câmeras na parte de trás do dos telefones, e sim toda a parte de trás do seu telefone se tornaria uma câmera gigante. Podemos pensar em diferentes maneiras de construir dispositivos no futuro “, disse ele.

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No último domingo (28), o canal Showtime exibiu um novo episódio para Dexter: New Blood, uma nova produção que vem mostrando aos espectadores mais detalhes sobre o personagem titular após o final da série original, que foi amplamente criticado pelos fãs. 

Ao que tudo indica, além de sua moralidade, Dexter (vivido por Michael C. Hall) precisará enfrentar novos problemas com Harrison (Jack Alcott), seu filho.

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Resultados de um estudo realizado pelo Idec e Instituto Locomotiva demonstram que as classes C, D e E possuem dificuldades ao acesso à internet e buscam alternativas para se conectar. Uma das soluções praticadas é o uso de redes Wi-Fi abertas de locais públicos como, por exemplo, restaurantes ou praças.

A pesquisa em questão se chama “Barreiras e limitações no acesso à Internet e hábitos de uso e navegação na rede nas classes C, D e E”. De acordo com o estudo, as classes mais vulneráveis sofrem um impacto significativo em seus cotidianos pelas restrições à conexão. 

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Em 1942, o escritor Isaac Asimov definiu as três principais leis da robótica, com a intenção de limitar os comportamentos de robôs e evitar qualquer atitude que prejudique humanos. Agora, a UNESCO revelou um plano semelhante, contudo, desta vez, a proteção é contra os possíveis problemas causados por inteligências artificiais (IA).

A organização revelou que a primeira estrutura do acordo para uso de IA já está pronta. Na última quinta-feira (25), a UNESCO revelou que 193 países se uniram para adotar o primeiro acordo global sobre a ética de inteligência artificial.

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Pretty Little Liars foi um sucesso no mundo das séries e marcou a vida de diversas pessoas ao longo das temporadas, com um elenco único que incluía Lucy Hale como Aria e Ashley Benson como Hanna.

Agora, o HBO Max irá produzir um reboot da série chamado Pretty Little Liars: Original Sin, que entrará no catálogo de seus seriados em 2022, estrelando as atrizes Bailee Madison e Maia Reficco.

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Por meio de um vídeo divertido compartilhado pelo TikTok e, posteriormente, pelo Instagram, a atriz Maggie Wheeler, que interpretou Janice no seriado Friends, brincou com a possibilidade de sua personagem terminar a série ao lado de Chandler Bing (interpretado por Matthew Perry).

Criando uma nova versão para a icônica abertura do show, a composição é interpretada pela dona do perfil jaxwritessongs. “Ninguém nunca falou sobre o único erro de Friends”, introduz a letra. “O melhor casal da série nunca chegou ao fim. Chandler e Monica ficaram bem juntos, mas eu acho que Chandler deveria ter terminado com outra pessoa”, continua a música.

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